Mudanças entre as edições de "Povo:Mebengôkre (Kayapó)"
- Autodenominação
- Mebengôkre
- Onde estão Quantos são
- MT, PA 9762 (Siasi/Sesai, 2014)
- Família linguística
- Jê
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Os Kayapó vivem em aldeias dispersas ao longo do curso superior dos rios Iriri, Bacajá, Fresco e de outros afluentes do caudaloso rio Xingu, desenhando no Brasil Central um território quase tão grande quanto a Áustria. É praticamente recoberto pela floresta equatorial, com exceção da porção oriental, preenchida por algumas áreas de cerrado. | Os Kayapó vivem em aldeias dispersas ao longo do curso superior dos rios Iriri, Bacajá, Fresco e de outros afluentes do caudaloso rio Xingu, desenhando no Brasil Central um território quase tão grande quanto a Áustria. É praticamente recoberto pela floresta equatorial, com exceção da porção oriental, preenchida por algumas áreas de cerrado. | ||
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== Nome == | == Nome == | ||
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|Uma garota Kayapó vem da floresta portando uma cabaça (ngôkôn) contendo óleo de palmeira recentemente extraído. | |Uma garota Kayapó vem da floresta portando uma cabaça (ngôkôn) contendo óleo de palmeira recentemente extraído. | ||
Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | ||
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== Localização == | == Localização == | ||
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|Durante a estação chuvosa, as expedições pela floresta tornam-se mais difíceis. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | |Durante a estação chuvosa, as expedições pela floresta tornam-se mais difíceis. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | ||
|http://img.socioambiental.org/d/213590-1/kayapo_4.jpg | |http://img.socioambiental.org/d/213590-1/kayapo_4.jpg | ||
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O território kayapó está situado sobre o planalto do Brasil Central, a aproximadamente 300 ou 400 metros acima do nível do mar. Trata-se de uma região preenchida por vales. Pequenas colinas com altitude máxima de 400 metros, freqüentemente isoladas e dispersas sobre todo o território, espalham-se pelo planalto. Os grandes rios são alimentados por inúmeras calhetas e igarapés que, de tão pequenos, alguns se quer foram descobertos pelos brasileiros e tampouco receberam nomes. | O território kayapó está situado sobre o planalto do Brasil Central, a aproximadamente 300 ou 400 metros acima do nível do mar. Trata-se de uma região preenchida por vales. Pequenas colinas com altitude máxima de 400 metros, freqüentemente isoladas e dispersas sobre todo o território, espalham-se pelo planalto. Os grandes rios são alimentados por inúmeras calhetas e igarapés que, de tão pequenos, alguns se quer foram descobertos pelos brasileiros e tampouco receberam nomes. | ||
| − | No Brasil Central, o ano se divide em duas estações: a estação seca | + | No Brasil Central, o ano se divide em duas estações: a estação seca, que se estende do mês de maio ao mês de outubro, e a estação chuvosa, que corre do mês de novembro ao mês de abril. A estação seca caracteriza-se pelos dias quentes e ventosos, pelas noites frescas e pela ausência quase total de mosquitos. Trata-se do período certamente mais agradável e os Kayapó costumam se referir a ele como "tempo bom". A estação chuvosa, em contrapartida, caracteriza-se por chuvas torrenciais, pela inundação da maior parte dos rios e igarapés e pela presença desagradável de uma grande quantidade mosquitos e outros tipos de insetos. Ao evocar esse período, os índios se referem simplesmente ao "tempo da chuva". O índice pluvial anual é considerável, variando de 1.900 mm., no nordeste do território, a cerca de 2.500 mm., no sudeste - para se ter uma idéia, a Bélgica, tida como um país chuvoso, conta com um índice anual de aproximadamente 1.000 mm. |
<!-- Seção escrita por [[Usuário:Gustaaf Verswijver|Gustaaf Verswijver]]. --> | <!-- Seção escrita por [[Usuário:Gustaaf Verswijver|Gustaaf Verswijver]]. --> | ||
== População == | == População == | ||
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|Crianças brincam na aldeia. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | |Crianças brincam na aldeia. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | ||
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<th>Subgrupos</th> | <th>Subgrupos</th> | ||
<th>Aldeias</th> | <th>Aldeias</th> | ||
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<td rowspan="4">Gorotire</td> | <td rowspan="4">Gorotire</td> | ||
<td>Gorotire</td> | <td>Gorotire</td> | ||
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<td rowspan="6">3000</td> | <td rowspan="6">3000</td> | ||
<td rowspan="2">1890</td> | <td rowspan="2">1890</td> | ||
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<td>Kuben-Kran-Krên</td> | <td>Kuben-Kran-Krên</td> | ||
| − | <td>Kuben-Kran-Krên | + | <td>Kuben-Kran-Krên <br/>A'Ukre |
| − | + | <br/>Môikàràkô</td> | |
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<td rowspan="2">Mekrãgnoti</td> | <td rowspan="2">Mekrãgnoti</td> | ||
<td>Mekrãgnoti</td> | <td>Mekrãgnoti</td> | ||
| − | <td>Baú | + | <td>Baú <br/>Mekrãgnoti (antes chamado Kubenkokre) <br/>Kenjam<br/>Pykany</td> |
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<td>Metyktire</td> | <td>Metyktire</td> | ||
| − | <td>Kremoro (kapôt) | + | <td>Kremoro (kapôt) <br/>Metyktire <br/>Piaraçu</td> |
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<td>Irã'ãmranh-re</td> | <td>Irã'ãmranh-re</td> | ||
<td> </td> | <td> </td> | ||
| − | <td>Kren-re | + | <td>Kren-re <br/>Nhangagakrin <br/>Kuben Ken Kam <br/>Me Mranh <br/>Mejôt'yr</td> |
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<td> </td> | <td> </td> | ||
<td>3000</td> | <td>3000</td> | ||
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<td>Ôkôrekre</td> | <td>Ôkôrekre</td> | ||
<td> </td> | <td> </td> | ||
| − | <td>Bacajá | + | <td>Bacajá <br/>Trincheira</td> |
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== História e ocupação da região == | == História e ocupação da região == | ||
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|Os Mekrãgnoti se banham várias vezes por dia no rio próximo à aldeia. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | |Os Mekrãgnoti se banham várias vezes por dia no rio próximo à aldeia. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | ||
|http://img.socioambiental.org/d/213594-1/kayapo_6.jpg | |http://img.socioambiental.org/d/213594-1/kayapo_6.jpg | ||
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| − | A maioria das relações que datam do período da descoberta e da exploração da Amazônia nos ensina que a maioria | + | A maioria das relações que datam do período da descoberta e da exploração da Amazônia nos ensina que a maioria dos povos indígenas - ao contrário dos Kayapó - viviam concentradas ao longo do curso dos grandes rios navegáveis. Essa concentração se explica sobretudo pelas possibilidades de transporte. As longas caminhadas através da floresta são frequentemente cansativas e exigem muito tempo. Durante a estação chuvosa, elas se tornam ainda mais difíceis pelas inundações e pelo estado ruim dos trajetos. O transporte por barcos motorizados é mais fácil, representa menos riscos, exige menos esforços e é possível o ano inteiro. Mas os Kayapó não optaram por isso. Os povos ditos "ribeirinhos", que se deslocam principalmente ao longo de vias navegáveis, vivem geralmente dispersas, formando numerosas colônias pequenas e geralmente sedentárias, que contam, no máximo, 80 pessoas por aldeia. O contato entre as aldeias mais distanciadas é mantido por pequenos grupos que navegam incessantemente de montante a jusante, e vice-versa. O estabelecimento nas proximidades dos rios torna a comunicação melhor e mais fácil, favorecendo igualmente a repartição dos pequenos grupos locais sobre o território do povo, o que representa uma diminuição da pressão demográfica. Um ponto fraco desse modo de urbanismo é o fato de esses grupos ribeirinhos se revelarem relativamente vulneráveis, dada a facilidade de serem localizados pelos inimigos. |
Pesquisas recentes indicam que a escolha da fundação de uma comunidade repousa menos sobre as possibilidades de transporte que sobre fatores ecológicos. Os maiores rios oferecem, além de uma maior quantidade de peixe, grandes concentrações de todos os tipos de animais e, mais precisamente, dos maiores mamíferos. Esse fenômeno está fortemente ligado ao ciclo sazonal anual. | Pesquisas recentes indicam que a escolha da fundação de uma comunidade repousa menos sobre as possibilidades de transporte que sobre fatores ecológicos. Os maiores rios oferecem, além de uma maior quantidade de peixe, grandes concentrações de todos os tipos de animais e, mais precisamente, dos maiores mamíferos. Esse fenômeno está fortemente ligado ao ciclo sazonal anual. | ||
| − | Os maiores rios trazem enormes quantidades de limo fértil. Quando os cursos d'água transbordam, uma grande parte desse limo é depositado sobre os terrenos temporariamente inundados. Por conseguinte, as grandes porções de floresta que margeiam os rios são as zonas mais férteis. Lá, as roças têm um melhor rendimento e é possível encontrar mais plantas e árvores frutíferas. Muitas espécies de animais consomem essas frutas, base de sua alimentação, e são então atraídas para essas regiões. Ora, tais animais herbívoros atraem, por sua vez, muitos carnívoros e carniceiros. De modo geral, portanto, a vida ao longo dos rios importantes oferece ao mesmo tempo muitas possibilidades de caça e de pesca, além de um bom rendimento agrícola. Podemos, então, nos perguntar por que os | + | Os maiores rios trazem enormes quantidades de limo fértil. Quando os cursos d'água transbordam, uma grande parte desse limo é depositado sobre os terrenos temporariamente inundados. Por conseguinte, as grandes porções de floresta que margeiam os rios são as zonas mais férteis. Lá, as roças têm um melhor rendimento e é possível encontrar mais plantas e árvores frutíferas. Muitas espécies de animais consomem essas frutas, base de sua alimentação, e são então atraídas para essas regiões. Ora, tais animais herbívoros atraem, por sua vez, muitos carnívoros e carniceiros. De modo geral, portanto, a vida ao longo dos rios importantes oferece ao mesmo tempo muitas possibilidades de caça e de pesca, além de um bom rendimento agrícola. Podemos, então, nos perguntar por que os indígenas ditos "da floresta", como os Kayapó, se retiraram até o curso superior dos rios menores e foram viver tão distanciados das regiões mais férteis. Como esses povos indígenas conseguem, até hoje, prover-se com gêneros alimentares necessários ao seu equilíbrio físico? |
Tradicionalmente, a economia dos Kayapó é baseada na caça e na prática da coivara. A sociedade conhece uma repartição de tarefas baseada no sexo. | Tradicionalmente, a economia dos Kayapó é baseada na caça e na prática da coivara. A sociedade conhece uma repartição de tarefas baseada no sexo. | ||
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== Atividades femininas == | == Atividades femininas == | ||
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|Uma mulher trabalha em sua roça. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | |Uma mulher trabalha em sua roça. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | ||
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== Atividades masculinas == | == Atividades masculinas == | ||
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|Depois de uma longa expedição na floresta, os homens chegam carregados, cada qual armazenando mais de 15 jabutis. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | |Depois de uma longa expedição na floresta, os homens chegam carregados, cada qual armazenando mais de 15 jabutis. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | ||
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== Organização social == | == Organização social == | ||
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|Foto aérea da aldeia circular dos Mekrãgnoti, tendo ao centro a casa dos homens. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | |Foto aérea da aldeia circular dos Mekrãgnoti, tendo ao centro a casa dos homens. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | ||
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Na sociedade kayapó, não há um chefe que administre toda a aldeia. Cada associação possui um ou dois chefes, que exercem jurisdição sobre seu próprio grupo. Não é simples tornar-se um chefe. Um chefe potencial deve, durante muitos anos, seguir o ensinamento de um chefe mais experiente. Este último instrui aproximadamente quatro jovens, não apenas seus descendentes diretos (filhos ou netos) - situação privilegiada -, mas também pessoas não aparentadas. Tal ensinamento ocorre durante a noite, na casa do chefe veterano. Aqueles que não possuem qualquer laço de parentesco com o instrutor devem lhe oferecer alimentos. Uma noite de instrução dura aproximadamente duas horas, mas pode, ocasionalmente, se prolongar por cinco ou seis horas. Tal feito é interrompido apenas quando de longas expedições de caça ou de caminhadas pela floresta. | Na sociedade kayapó, não há um chefe que administre toda a aldeia. Cada associação possui um ou dois chefes, que exercem jurisdição sobre seu próprio grupo. Não é simples tornar-se um chefe. Um chefe potencial deve, durante muitos anos, seguir o ensinamento de um chefe mais experiente. Este último instrui aproximadamente quatro jovens, não apenas seus descendentes diretos (filhos ou netos) - situação privilegiada -, mas também pessoas não aparentadas. Tal ensinamento ocorre durante a noite, na casa do chefe veterano. Aqueles que não possuem qualquer laço de parentesco com o instrutor devem lhe oferecer alimentos. Uma noite de instrução dura aproximadamente duas horas, mas pode, ocasionalmente, se prolongar por cinco ou seis horas. Tal feito é interrompido apenas quando de longas expedições de caça ou de caminhadas pela floresta. | ||
| − | O conhecimento transmitido dessa maneira é enorme. Antes de tudo, é ensinado um certo repertório de cantos e recitativos, cuja execução constitui uma parte essencial das diferentes cerimônias. Tal repertório compreende | + | O conhecimento transmitido dessa maneira é enorme. Antes de tudo, é ensinado um certo repertório de cantos e recitativos, cuja execução constitui uma parte essencial das diferentes cerimônias. Tal repertório compreende frequentemente uma série de exortações morais e de encorajamentos para que as pessoas se preparem a tempo para um ritual, dancem de modo conveniente, se ornamentem de maneira apropriada etc. Esses recitativos contêm também fórmulas rituais, cuja finalidade é evitar as catástrofes anunciadas pelos fenômenos naturais (eclipse do sol ou da lua, queda de um meteoro etc). |
Saber proferir da maneira correta tais cantos e recitativos, em público, é uma das funções rituais fundamentais de um chefe. Do mesmo modo, um certo número de "cantos de benção" é entoado publicamente pelo chefe cada vez que os objetos "selvagens", como as presas de guerra, são introduzidos no seio da aldeia. Esses cantos devem ser necessariamente entoados para evitar que a apropriação dos objetos seja fonte de perigo, podendo causar infortúnios e doenças. | Saber proferir da maneira correta tais cantos e recitativos, em público, é uma das funções rituais fundamentais de um chefe. Do mesmo modo, um certo número de "cantos de benção" é entoado publicamente pelo chefe cada vez que os objetos "selvagens", como as presas de guerra, são introduzidos no seio da aldeia. Esses cantos devem ser necessariamente entoados para evitar que a apropriação dos objetos seja fonte de perigo, podendo causar infortúnios e doenças. | ||
| − | Podemos verificar essa forma de ensinamento sobretudo nas práticas guerreiras - no caso de conflitos com os inimigos, os chefes intervêm como responsáveis militares -, na mitologia e na história | + | Podemos verificar essa forma de ensinamento sobretudo nas práticas guerreiras - no caso de conflitos com os inimigos, os chefes intervêm como responsáveis militares -, na mitologia e na história do povo. Um conhecimento aprofundado desta última é extremamente importante no momento dos discursos e das tomadas de decisão. Com efeito, a argumentação dos discursos repousa frequentemente sobre as comparações com os eventos ou situações semelhantes àqueles vividos pelos ancestrais. A mitologia assume um papel importante, pois os mitos sempre evocam valores morais que podem ser utilizados em uma argumentação. Como os chefes não dispõem de meios coercitivos para impor uma decisão a seus discípulos, os discursos constituem, à sua medida, o único meio de persuasão disponível. Pelos discursos, nos quais os valores morais e os interesses de associação são colocados à frente, os chefes exercem sua influência e seu prestígio para propor e tornar aceitáveis suas idéias e proposições. |
Mas um chefe jamais toma uma decisão no sentido pleno da palavra, ele não detém poder. Ninguém dá atenção a um chefe que impõe sua própria vontade e, caso ele queira fazê-lo, poderá ser até mesmo banido. É conveniente que o chefe esteja atento às idéias que circulam no interior de seu grupo de discípulos e, se um consenso se encaminhar, ele deve formulá-lo rapidamente, de tal maneira que os outros se alinhem unanimemente à idéia ou ação, na qual ele aparece como propositor. É, aliás, nesse estágio que os discursos se tornam decisivos: eles dão freqüentemente a impressão de que o chefe propõe algo, o que é falso. Ele apenas formula de maneira hábil uma idéia pela qual um consenso estava para culminar. No caso de uma discórdia, o chefe consulta geralmente os membros mais velhos da associação. | Mas um chefe jamais toma uma decisão no sentido pleno da palavra, ele não detém poder. Ninguém dá atenção a um chefe que impõe sua própria vontade e, caso ele queira fazê-lo, poderá ser até mesmo banido. É conveniente que o chefe esteja atento às idéias que circulam no interior de seu grupo de discípulos e, se um consenso se encaminhar, ele deve formulá-lo rapidamente, de tal maneira que os outros se alinhem unanimemente à idéia ou ação, na qual ele aparece como propositor. É, aliás, nesse estágio que os discursos se tornam decisivos: eles dão freqüentemente a impressão de que o chefe propõe algo, o que é falso. Ele apenas formula de maneira hábil uma idéia pela qual um consenso estava para culminar. No caso de uma discórdia, o chefe consulta geralmente os membros mais velhos da associação. | ||
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Depois de alguns anos, o chefe veterano está tão velho que se torna difícil para ele participar das atividades públicas. Os jovens líderes tornam-se pais de três ou quatro crianças e já podem entrar no grupo de homens mais velhos de sua associação. É nesse momento que a sucessão é designada. A escolha não se dá por meio de eleições. O julgamento dos membros da associação a que pertence o candidato é determinante, os quais apontam sua preferência. O chefe veterano, todavia, tem a palavra final, especialmente se dois ou mais jovens são revelados candidatos igualmente sérios. Para evitar querelas posteriores entre os diferentes candidatos, ele deve consultar os chefes de outras associações, para quem propõe o nome do candidato que conte com a melhor reputação ou que tenha revelado o comportamento mais adequado. São os chefes de outras associações que finalmente decidem e proclamam oficialmente sua escolha para o público da aldeia. | Depois de alguns anos, o chefe veterano está tão velho que se torna difícil para ele participar das atividades públicas. Os jovens líderes tornam-se pais de três ou quatro crianças e já podem entrar no grupo de homens mais velhos de sua associação. É nesse momento que a sucessão é designada. A escolha não se dá por meio de eleições. O julgamento dos membros da associação a que pertence o candidato é determinante, os quais apontam sua preferência. O chefe veterano, todavia, tem a palavra final, especialmente se dois ou mais jovens são revelados candidatos igualmente sérios. Para evitar querelas posteriores entre os diferentes candidatos, ele deve consultar os chefes de outras associações, para quem propõe o nome do candidato que conte com a melhor reputação ou que tenha revelado o comportamento mais adequado. São os chefes de outras associações que finalmente decidem e proclamam oficialmente sua escolha para o público da aldeia. | ||
| − | A função do chefe é, como ressaltado, caracterizada por uma certa dose de | + | A função do chefe é, como ressaltado, caracterizada por uma certa dose de ambiguidade: de um lado, a tarefa exige um comportamento pacificador e, de outro, um comportamento decidido, combativo e mesmo agressivo. É preciso, em outras palavras, ser agressivo diante dos estrangeiros e apaziguador no seio da comunidade. Esse duplo papel torna a carreira de chefe muito difícil e não surpreende o fato de certos candidatos à chefia renunciarem no período preliminar de sua formação. No mais, poucos chefes respondem efetivamente ao ideal preconizado: alguns são muito agressivos, outros são demasiado pacifistas ou não generosos o suficiente. Apenas os chefes fortes conseguem encontrar um equilíbrio entre os dois papéis. |
| − | Ao que parece, os chefes atuais estão claramente às voltas com esse problema. Com efeito, os brancos se dirigem geralmente a eles para transmitir mensagens e, sobretudo, para obter algo da comunidade. Isso explica porque os chefes atuais se encontram | + | Ao que parece, os chefes atuais estão claramente às voltas com esse problema. Com efeito, os brancos se dirigem geralmente a eles para transmitir mensagens e, sobretudo, para obter algo da comunidade. Isso explica porque os chefes atuais se encontram frequentemente pressionados entre o mundo dos brancos e o da associação (ou da comunidade em seu conjunto), cada uma das partes tentando impor sua vontade. Cabe, assim, aos chefes encontrar uma solução capaz de satisfazer as duas partes. Tais desenvolvimentos recentes conduziram as comunidades a atribuir, de modo cada vez mais corrente, maiores poderes de decisão aos seus chefes, mas unicamente tendo em vista as negociações com os brancos. No interior da comunidade, as regras antigas permanecem válidas. |
<!-- Seção escrita por [[Usuário:Gustaaf Verswijver|Gustaaf Verswijver]]. --> | <!-- Seção escrita por [[Usuário:Gustaaf Verswijver|Gustaaf Verswijver]]. --> | ||
== Cosmologia e ritual == | == Cosmologia e ritual == | ||
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|Mulher se pinta de preto com extrato de genipapo, pois seu filho completou um ano de idade e ela vai novamente participar das atividades cotidianas da aldeia. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | |Mulher se pinta de preto com extrato de genipapo, pois seu filho completou um ano de idade e ela vai novamente participar das atividades cotidianas da aldeia. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | ||
|http://img.socioambiental.org/d/213638-1/kayapo_10.jpg | |http://img.socioambiental.org/d/213638-1/kayapo_10.jpg | ||
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== Nominação == | == Nominação == | ||
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|Os amigos rituais das crianças honradas na fase final de um ritual de nominação. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | |Os amigos rituais das crianças honradas na fase final de um ritual de nominação. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | ||
|http://img.socioambiental.org/d/213642-1/kayapo_11.jpg | |http://img.socioambiental.org/d/213642-1/kayapo_11.jpg | ||
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== Os vivos e os mortos == | == Os vivos e os mortos == | ||
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|Sepultura Kayapó, sob a qual são depositados os objetos pessoais do defunto. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | |Sepultura Kayapó, sob a qual são depositados os objetos pessoais do defunto. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. | ||
|http://img.socioambiental.org/d/213645-1/kayapo_12.jpg | |http://img.socioambiental.org/d/213645-1/kayapo_12.jpg | ||
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== Relações com os brancos == | == Relações com os brancos == | ||
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| − | |Mais de 700 | + | |Mais de 700 indígenas participaram do grande encontro em Altamira (PA), organizado pelos Kayapó para protestar contra o projeto de construção de um complexo hidrelétrico no rio Xingu. Foto: Gustaaf Verswijver, 1991. |
|http://img.socioambiental.org/d/213649-1/kayapo_13.jpg | |http://img.socioambiental.org/d/213649-1/kayapo_13.jpg | ||
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| − | Nos anos 80 e 90, os Kayapó tornaram-se célebres na mídia nacional e internacional pela ativa mobilização em favor de direitos políticos, da <htmltag href="http://pib.socioambiental.org/pt/c/terras-indigenas/demarcacoes/introducao" tagname="a" target="_self">demarcação</htmltag> de suas terras, e também pela forma intensa como se relacionam com os mercados locais, em busca de produtos industrializados. No curso dessa mobilização, rostos como o dos líderes Ropni (mais conhecido como Raoni) e de Bepkoroti (Paulinho Payakã), tornaram-se mundialmente famosos, clicados pela imprensa ao lado de artistas, personalidades e grandes chefes de estado. Suas aparições espetaculares em Brasília, durante o processo da | + | Nos anos 80 e 90, os Kayapó tornaram-se célebres na mídia nacional e internacional pela ativa mobilização em favor de direitos políticos, da <htmltag href="http://pib.socioambiental.org/pt/c/terras-indigenas/demarcacoes/introducao" tagname="a" target="_self">demarcação</htmltag> de suas terras, e também pela forma intensa como se relacionam com os mercados locais, em busca de produtos industrializados. No curso dessa mobilização, rostos como o dos líderes Ropni (mais conhecido como Raoni) e de Bepkoroti (Paulinho Payakã), tornaram-se mundialmente famosos, clicados pela imprensa ao lado de artistas, personalidades e grandes chefes de estado. Suas aparições espetaculares em Brasília, durante o processo da Assembleia Constituinte, e a intensa movimentação desses líderes em articulações no Brasil e no exterior foram a marca do período. |
| − | O ponto culminante parece ter sido o célebre encontro pan-indígena de Altamira em fevereiro de 1989, de grande | + | O ponto culminante parece ter sido o célebre encontro pan-indígena de Altamira em fevereiro de 1989, de grande repercussão na imprensa, em que lideranças de comunidades kayapó, junto com representantes de 24 povos indígenas, além de grupos ambientalistas de vários países, reuniram-se para impedir a construção de um complexo hidrelétrico no rio Xingu, em particular a usina de Kararaô. No ano anterior, Payakã estivera nos Estados Unidos, a convite dos antropólogos americanos Darell Posey e Janet Chernela, onde denunciara o mesmo projeto e questionara representantes do Banco Mundial que o financiariam. Paralelamente, Raoni havia conquistado auxílio internacional do cantor Sting, que resultou na criação de organizações não governamentais de proteção à floresta e aos Kayapó, como a Rainforest Foundation e sua filial brasileira Fundação Mata Virgem (Rabben, 1998). Em novembro de 1989, Payakã foi agraciado com a medalha de honra da Better World Society, entidade filantrópica de defesa da ecologia e do bem estar da humanidade, na categoria Proteção do Meio Ambiente. |
| − | No início dos anos 90, portanto, a associação dos Kayapó com o discurso ambientalista internacional estava no auge. É possível que, dadas as circunstâncias, os líderes Kayapó tenham se valido dessa representação para chamar a atenção da opinião pública internacional acerca dos problemas que os afligiam, sobretudo a situação de suas terras. Mas a imagem idealizada que parte do movimento ambientalista tinha dos Kayapó impediu de ver que a defesa que estes faziam da floresta e da natureza não tinha um fim em si mesmo, nem baseava-se numa suposta pureza silvícola. Fica a impressão de que a ajuda internacional só se interessava pelos | + | No início dos anos 90, portanto, a associação dos Kayapó com o discurso ambientalista internacional estava no auge. É possível que, dadas as circunstâncias, os líderes Kayapó tenham se valido dessa representação para chamar a atenção da opinião pública internacional acerca dos problemas que os afligiam, sobretudo a situação de suas terras. Mas a imagem idealizada que parte do movimento ambientalista tinha dos Kayapó impediu de ver que a defesa que estes faziam da floresta e da natureza não tinha um fim em si mesmo, nem baseava-se numa suposta pureza silvícola. Fica a impressão de que a ajuda internacional só se interessava pelos indígenas na medida que eles se comportavam como defensores da natureza. Como observou o antropólogo William Fisher (1994:229), era como se o modo de vida indígena só valesse a pena ser preservado na medida em que fosse benéfico ao meioambiente, e não em razão de seus direitos de autodeterminação enquanto povo. E se é verdade que um simples olhar em imagens de satélite atesta que, na Amazônia, as áreas indígenas, incluindo a dos Kayapó, são ilhas de cobertura vegetal, cercadas pelo desflorestamento do entorno, isso certamente não ocorre pelo fato de os indígenas pensarem como os ecologistas. |
| − | Nesse contexto, ao mesmo tempo em que, no nível global, eram vistos defendendo a floresta, localmente os Kayapó faziam negócios com aqueles agentes econômicos que mais provocam danos ambientais na Amazônia: a exploração de madeira e o garimpo. Essa característica custou caro à imagem dos Kayapó, sobretudo após o incidente que envolveu o líder Payakã em uma acusação de violência sexual. As notícias das relações comerciais dos | + | Nesse contexto, ao mesmo tempo em que, no nível global, eram vistos defendendo a floresta, localmente os Kayapó faziam negócios com aqueles agentes econômicos que mais provocam danos ambientais na Amazônia: a exploração de madeira e o garimpo. Essa característica custou caro à imagem dos Kayapó, sobretudo após o incidente que envolveu o líder Payakã em uma acusação de violência sexual. As notícias das relações comerciais dos indígenas, somadas à exploração ideologizada do episódio, fizeram com que os Kayapó passassem de heróis ecológicos a verdadeiros vilões da Amazônia. A acusação a Payakã caiu como uma luva aos inimigos da causa indígena, em meio à Rio-92, grande conferência das Nações Unidas sobre meio ambiente e desenvolvimento. Freire (2001) mostra como a imprensa brasileira procurou demolir a versão ecológica dos Kayapó, para substituí-la por outra, em que apareciam como ricos capitalistas, latifundiários, privilegiados, "acaboclados", vivendo todos os piores vícios da civilização, envolvidos em atividades altamente predatórias como o garimpo e a exploração de madeira. |
| − | No entanto, da perspectiva dos | + | No entanto, da perspectiva dos indígenas, alinhar-se com os ambientalistas e negociar com a economia local com a qual convivem de longa data faz igualmente parte de suas estratégias de relacionamento com o mundo dos brancos, parte do seu modo de enfrentar as novas condições históricas que se lhes apresentam. Na ausência de uma política governamental para a questão indígena, os Kayapó trataram de obter por conta própria recursos (simbólicos, políticos e econômicos) fundamentais para sua reprodução social. Não apenas bens de consumo, serviços, atendimento médico, mas também possíveis parceiros e colaboradores. Daí a necessidade de chamar atenção internacional para o problema da demarcação de suas terras, para quem estava disposto a ouvir. Daí negociar parte dos recursos naturais de suas terras em troca de dinheiro. |
Além disso, as idealizações (positiva ou negativa) dos brancos não permitiam enxergar que essas estratégias nunca foram consensuais, provocando muitas vezes conflitos internos, e até cisões nas comunidades, entre os partidários de um ou outro tipo de atuação. Os Kayapó não são um bloco monolítico de pensamento e atitudes. É preciso entender suas ações e estratégias tanto no contexto de sua "política externa" (luta por autonomia e afirmação étnica), quanto no de sua "política interna", que envolve também disputas por prestígio entre lideranças intra e interaldeãs e grupos de idade. | Além disso, as idealizações (positiva ou negativa) dos brancos não permitiam enxergar que essas estratégias nunca foram consensuais, provocando muitas vezes conflitos internos, e até cisões nas comunidades, entre os partidários de um ou outro tipo de atuação. Os Kayapó não são um bloco monolítico de pensamento e atitudes. É preciso entender suas ações e estratégias tanto no contexto de sua "política externa" (luta por autonomia e afirmação étnica), quanto no de sua "política interna", que envolve também disputas por prestígio entre lideranças intra e interaldeãs e grupos de idade. | ||
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Se a lista não é completa em extensão, ainda assim permite aos interessados adquirir uma visão profunda e compreensiva. Por intermédio desses trabalhos, o leitor poderá facilmente chegar a outras referências não selecionadas aqui. | Se a lista não é completa em extensão, ainda assim permite aos interessados adquirir uma visão profunda e compreensiva. Por intermédio desses trabalhos, o leitor poderá facilmente chegar a outras referências não selecionadas aqui. | ||
| − | ===Principais trabalhos [teses e livros]=== | + | === Principais trabalhos [teses e livros] === |
Os textos listados abaixo, em ordem cronológica (exceto quando se trata do mesmo autor), formam o corpus principal do conhecimento já escrito sobre os Kayapó. São monografias acadêmicas que versam sobre história, organização social, ecologia, guerra, política, mito e cosmologia. | Os textos listados abaixo, em ordem cronológica (exceto quando se trata do mesmo autor), formam o corpus principal do conhecimento já escrito sobre os Kayapó. São monografias acadêmicas que versam sobre história, organização social, ecologia, guerra, política, mito e cosmologia. | ||
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Infelizmente, alguns desses textos não são de fácil acesso (como a tese de doutorado de Turner e o livro de Simone Dreyfus). No entanto, quase todos podem ser encontrados nas bibliotecas dos cursos de pós-graduação em Antropologia Social. | Infelizmente, alguns desses textos não são de fácil acesso (como a tese de doutorado de Turner e o livro de Simone Dreyfus). No entanto, quase todos podem ser encontrados nas bibliotecas dos cursos de pós-graduação em Antropologia Social. | ||
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| − | + | * DREYFUS, Simone. 1963. Les Kayapo du Nord. Paris: Mouton. | |
| − | + | * TURNER, Terence. 1966. Social structure and political organization among the Northern Cayapó. Tese de Ph.D. Cambridge: Harvard University. | |
| − | + | * TURNER, Terence. 1991. The Mebengokre Kayapó: history, social consciousness and social change from autonomous communities to inter-ethnic system. Manuscrito inédito. Departamento de Antopologia. Universidade de Chicago. 337pp. | |
| − | + | * BAMBERGER, Joan. 1967. Environment and cultural classification: a study of the Northern Kayapó. Tese de Ph.D . Cambridge: Harvard University. | |
| − | + | * LUKESCH, Anton. 1976 [1969]. Mito e vida dos Caiapós. São Paulo: Livraria Pioneira Editora. | |
| + | * VERSWIJVER, Gustaf. 1978. Enquete ethnographique chez les Kayapo-Mekragnoti : contribution a l'etude de la dynamique des groupes locaux (scissions et regroupements). Paris : École des Hautes Études, 1978. 138 p. (Tese) | ||
| + | * VERSWIJVER, Gustaaf. 1992. The club-fighters of the Amazon: warfare among the Kayapo Indians of Central Brazil. Gent: Rijksuniversiteit Gent. 378 pp. (Publicação da tese de doutorado do autor, de 1985: Considerations on Mekrãgnotí warfare. Faculteit van Rechtsgeleerdh | ||
| + | * WERNER, Dennis. 1980. The making of a Mekranoti chief : the psychological and social determinants of leadership in a native South American society. New York : Univ. of New York. 367 p. (Tese de Doutorado) | ||
| + | * LEA, Vanessa. 1986. Nomes e nekrets Kayapó: uma concepção de riqueza. Tese de Doutorado, Rio de Janeiro: PPGAS-Museu Nacional-UFRJ. 587 p. | ||
| − | + | === Textos mais antigos e fontes históricas === | |
| − | ===Textos mais antigos e fontes históricas=== | ||
Há um conjunto de textos anterior, produzidos aproximademente entre o final do século XIX e a primeira metade do século seguinte, de interesse principalmente histórico, mas que contém boas informações também sobre o modo de vida e aspectos culturais. | Há um conjunto de textos anterior, produzidos aproximademente entre o final do século XIX e a primeira metade do século seguinte, de interesse principalmente histórico, mas que contém boas informações também sobre o modo de vida e aspectos culturais. | ||
O explorador e corógrafo francês Henri Coudreau foi o responsável por escrever, no final do século XIX, os primeiros relatos confiáveis sobre os Kayapó, do ponto de vista histórico. Em suas expedições aos rios Tocantins e Araguaia, Coudreau obteve informações importantes diretamente dos Kayapó Irã'ãmrajre, que então mantinham contato pacífico com a missão dominicana estabelecida na região do médio rio Araguaia, mas também a partir de notícias que lhe dava frei Gil Vilanova. Esse registro encontra-se publicados em francês, numa edição rara. No entanto, existem dois outros relatos de Coudreau que mencionam os Kayapó, editados em português. | O explorador e corógrafo francês Henri Coudreau foi o responsável por escrever, no final do século XIX, os primeiros relatos confiáveis sobre os Kayapó, do ponto de vista histórico. Em suas expedições aos rios Tocantins e Araguaia, Coudreau obteve informações importantes diretamente dos Kayapó Irã'ãmrajre, que então mantinham contato pacífico com a missão dominicana estabelecida na região do médio rio Araguaia, mas também a partir de notícias que lhe dava frei Gil Vilanova. Esse registro encontra-se publicados em francês, numa edição rara. No entanto, existem dois outros relatos de Coudreau que mencionam os Kayapó, editados em português. | ||
| − | Já no século XX, aparecem textos produzidos por missionários que procuravam estabelecer contatos com objetivo da catequese. Destacamos o relato de Frei Sebastião (dominicano) e do reverendo Horace Banner (das Unevangelized Fields Mission), que conviveu com os Kayapó Gorotire de 1937 a 1951 e com quem Nimuendaju travou conhecimento em 1940. E o próprio relato de Nimuendaju. O relato de Frei Sebastião é muito interessante, pois conta uma das primeiras aproximações pacíficas a um grupos de | + | Já no século XX, aparecem textos produzidos por missionários que procuravam estabelecer contatos com objetivo da catequese. Destacamos o relato de Frei Sebastião (dominicano) e do reverendo Horace Banner (das Unevangelized Fields Mission), que conviveu com os Kayapó Gorotire de 1937 a 1951 e com quem Nimuendaju travou conhecimento em 1940. E o próprio relato de Nimuendaju. O relato de Frei Sebastião é muito interessante, pois conta uma das primeiras aproximações pacíficas a um grupos de indígenas Gorotire, habitando na área do rio Fresco. |
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| − | + | * COUDREAU, Henri. 1897. Voyage au Tocantins-Araguaya. Paris: A. Lahure, Imprimeur-Editeur. | |
| − | + | * COUDREAU, Henri. 1977[1896]. Viagem ao Xingu. Volume 49. Belo Horizonte: Editora Itatiaia. 165 pp. | |
| − | + | * COUDREAU, Henri. 1980 [1898]. Viagem à Itaboca e ao Itacaiúnas. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia. 177 pp. | |
| − | + | * MISSÕES DOMINICANAS. 1936. Os Gorotirés (relato de Frei Sebastião Thomas). Prelazia de Conceição do Araguaia. 89 p. | |
| + | * NIMUENDAJÚ, Curt. 1952. Os Gorotire: relatório apresentado ao serviço de proteção aos índios, em 18 de abril de 1940. Revista do Museu Paulista, n.s., vol. VI. São Paulo. pp. 427-452. (reeditado em: Nimuendaju Textos indigenistas. São Paulo : Loyola, 1982. pp. 219-43.) | ||
| + | * BANNER, Horace. 1952. A casa dos homens Górotire. Revista do Museu Paulista, VI (Nova Série):455-459. | ||
| + | * BANNER, Horace. 1978. Uma cerimônia de nominação entre os Kayapó. Revista de Antropologia, 21(1):109-15. | ||
| + | * MOREIRA NETO, Carlos Araújo. 1959. Relatório sobre a situação atual dos índios Kayapó. Revista de Antropologia, 7(1-2):49-64. | ||
| + | * DINIZ, Edson Soares. 1962. Os Kayapó-Gorotire: aspectos socio-culturais do momento autal. Boletim do Museu Paranese Emílio Goeldi, 18 (Antropologia, n.s). Belém. 40p. | ||
| + | * ARNAUD, Expedito. 1974. A extinção dos índios Kararaô (Kayapó) - Baixo Xingu, Pará. Boletim do Museu Paraemse Emílio Goeldi, n.s., Antropologia, n. 53. Belém, jun. 1974. (Reeditado em: O índio e a expansão nacional. Belém : Cejup, 1989. p. 185-202.) | ||
| + | * ARNAUD, Expedito. 1987. A expansão dos índios Kayapó-Gorotire e a ocupação nacional, Região Sul do Pará. Separata da Revista do Museu Paulista, n.s., vol. 32. São Paulo. (reeditado em: O índio e a expansão nacional. Belém: Cejup, 1989. pp. 427-85). | ||
| − | + | === Artigos em livros ou periódicos === | |
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Abaixo há uma lista de artigos traduzidos ou escritos em português e de mais fácil acesso para o leitor não acadêmico. Destacamos os textos de Turner, pois fornecem uma visão geral da história, organização social e processos de mudança por que passaram os Kayapó nos últimos anos. O artigo publicado no livro organizado por Manuela Carneiro da Cunha é importante, sobretudo para quem está iniciando os estudos sobre esse povo indígena, pois faz uma síntese de vários aspectos da sociedade Kayapó. Uma visão complementar sobre organização social é apresentada novamente por Vanessa Lea, que realizou pesquisas entre os grupos Mekrãnoti. | Abaixo há uma lista de artigos traduzidos ou escritos em português e de mais fácil acesso para o leitor não acadêmico. Destacamos os textos de Turner, pois fornecem uma visão geral da história, organização social e processos de mudança por que passaram os Kayapó nos últimos anos. O artigo publicado no livro organizado por Manuela Carneiro da Cunha é importante, sobretudo para quem está iniciando os estudos sobre esse povo indígena, pois faz uma síntese de vários aspectos da sociedade Kayapó. Uma visão complementar sobre organização social é apresentada novamente por Vanessa Lea, que realizou pesquisas entre os grupos Mekrãnoti. | ||
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| + | * VERSWIJVER , Gustaf. 1978b. A história dos índios Kayapó. Revista da atualidade indígena, 12:9-16. | ||
| + | * ____. 1984. Ciclos nas práticas de nominação Kayapó. Revista do Museu Paulista, 24:97-124. | ||
| + | * TURNER, Terence. 1992. Os Mebengokre Kayapó: história e mudança social, de comunidades autônomas para a coexistência interétnica . In. Manuela Carneiro da Cunha (org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Fapesp/SMC/Companhia das Letras. pp. 311-338. | ||
| + | * ____. 1993. Da cosmologia à história : resistência, adaptação e consciência social entre os Kayapó. In: VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo; CUNHA, Manuela Carneiro da, orgs. Amazônia : etnologia e história indígena. São Paulo: USP-NHII/Fapesp. pp. 43-66. | ||
| + | * TURNER, Terence. 1993b. Imagens desafiantes : a apropriação Kayapó do vídeo. Rev. de Antropologia, São Paulo : USP, v. 36, p. 81-122, | ||
| + | * LEA, Vanessa R. 1993. Casas e casas Mebengokre (Jê). In: VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo; CUNHA, Manuela Carneiro da, orgs. Amazônia : etnologia e história indígena. São Paulo : USP-NHII ; Fapesp, pp. 265-84. | ||
| + | * LEA, Vanessa. 1995. Casa-se do outro lado : um modelo simulado da aliança mebengokre (Jê). In: VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo, org. Antropologia do parentesco : estudos ameríndios. Rio de Janeiro : UFRJ, 1995. p. 321-60. | ||
| + | * GORDON, César. Nossas utopias não são as deles: os Mebengokre (Kayapó) e o mundo dos brancos. Sexta Feira: Antropologia, Artes e Humanidades, São Paulo : Pletora, n. 6, p. 123-36, 2001. | ||
| − | + | === Artigos e trabalhos acadêmicos em outras línguas === | |
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Os temas tratados nos artigos mencionados acima são desenvolvidos mais detalhadamente no conjunto de publicações listadas a seguir. São textos recomendados para estudantes de antropologia, e para leitores com um pouco mais de familiaridade com a literatura etnológica. | Os temas tratados nos artigos mencionados acima são desenvolvidos mais detalhadamente no conjunto de publicações listadas a seguir. São textos recomendados para estudantes de antropologia, e para leitores com um pouco mais de familiaridade com a literatura etnológica. | ||
Nesta lista, destaco alguns artigos de Turner que tratam de questões bastante atuais da realidade Kayapó, como sua apropriação das técnicas de filmagem e vídeo, para registrarem por si só traços importantes da sua cultura (1991 e 1992, q.v. uma versão em português na seção anterior: 1993b); seu envolvimento com e posterior reação às indústrias extrativistas da madeira e do garimpo (1995); e sobre sua adesão a projetos de desenvolvimento econômico "ambientalmente corretos", focalizando particularmente o caso do contrato com a empresa de cosméticos Body Shop (1995b). | Nesta lista, destaco alguns artigos de Turner que tratam de questões bastante atuais da realidade Kayapó, como sua apropriação das técnicas de filmagem e vídeo, para registrarem por si só traços importantes da sua cultura (1991 e 1992, q.v. uma versão em português na seção anterior: 1993b); seu envolvimento com e posterior reação às indústrias extrativistas da madeira e do garimpo (1995); e sobre sua adesão a projetos de desenvolvimento econômico "ambientalmente corretos", focalizando particularmente o caso do contrato com a empresa de cosméticos Body Shop (1995b). | ||
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| − | + | * LEA, Vanessa. The houses of the Mebengokre (Kayapó) of Central Brazil : a new door to their social organization. In: CARSTEN, Janet; HUGH-JONES, Stephen, orgs. About the house : Levi-Strauss and beyond. Cambridge : Cambridge university Press, 1995. p. 206-25. | |
| − | + | * LEA, Vanessa. Mebengokre (Kayapó) onomastics : a facet of houses as total social facts in Central Brazil. Man, Londres : Royal Anthr. Inst. of Great Britain Ireland, v. 27, n. 1, p. 129-53, 1992. | |
| − | + | * TURNER, Terence. 1979. Kinship, household and community structure among the Kayapó. In: D. Maybury-Lewis (org.), Dialetical Societies. Cambridge, Mass. & London: Harvard University Press. pp. 179-214. | |
| − | + | * TURNER, Terence. 1984. Dual opposition, hierarchy and value: moiety structure and symbolic polarity in Central Brazil and elsewhere. In: J.C. Galey (org.), Différences, valeurs, hiérarchies: textes offerts à Louis Dumont. Paris: Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales. pp. 335-370. | |
| − | + | * TURNER, Terence. 1991. Social dynamics of video media in an indigenous society: the cultural meaning and the personal politics of videomaking in Kayapó communities. Visual Anthropology Review, v. 7, n. 2, p. 68-76. | |
| − | + | * TURNER, Terence. 1992. Kayapó on television : an anthropological viewing. Visual Anthropology Review, v. 8, n. 1, p. 107-12, 1992. | |
| − | + | * TURNER, Terence. 1995. An indigenous people's struggle for socially equitable and ecologically sustainable production : the Kayapó revolt against extractivism. Journal of Latin American Anthropology, s.l. , v. 1, n. 1, p. 98-121,. | |
| − | + | * TURNER, Terence. 1995b. Neo-Liberal eco-politics and indigenous peoples : the Kayapó, the "rainforest harvest", and the body shop. In: DICUM, Greg, ed. Local heritage in the changing tropics. s.l. : Yale School of Forestry and Env. Studies, 1995. p. 113-23. (Bulletin Series, 98) | |
| − | + | * TURNER, Terence. 1995c. Social body and embodied subject : bodiliness, subjectivity and sociality among the Kayapó. Cultural Anthropology, Washington : American Anthropological Association, v. 10, n. 2, p. 143-79. | |
| − | + | * WERNER, Dennis. 1983. Why do the Mekranoti trek? In: HAMES, Raymond B.; VICKERS, William T., eds. Adaptive responsees of native amazonians. New York : Academic Press, p. 225-38. | |
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Abaixo uma seleção de trabalhos variados, desde relatos de viagem em língua inglesa, até dissertações de mestrado recentes em português. O livro de Werner narra os bastidores de sua pesquisa entre os Mekrãnoti, contendo apreciações mais pessoais que acadêmicas de sua experiência com os índios. Um outro texto interessante (ainda que difícil acesso, pois o livro econtra-se esgotado) é o relato de Sting e Jean Pierre Dutilleux sobre o período em que travou contato com os Kayapó, por intermédio do líder Raoni, e sua luta para criar a Fundação Rain Forest e demarcar a TI Mekranoti. | Abaixo uma seleção de trabalhos variados, desde relatos de viagem em língua inglesa, até dissertações de mestrado recentes em português. O livro de Werner narra os bastidores de sua pesquisa entre os Mekrãnoti, contendo apreciações mais pessoais que acadêmicas de sua experiência com os índios. Um outro texto interessante (ainda que difícil acesso, pois o livro econtra-se esgotado) é o relato de Sting e Jean Pierre Dutilleux sobre o período em que travou contato com os Kayapó, por intermédio do líder Raoni, e sua luta para criar a Fundação Rain Forest e demarcar a TI Mekranoti. | ||
| − | Os outros três trabalhos tratam de questões bastante atuais e das relações dos Kayapó com a sociedade brasileira e a comunidade internacional. Linda Rabben faz um estudo de caso sobre a "ascenção e queda" do líder Paulinho Pajakã perante a comunidade ambientalista, num livro que trata também dos Yanomami. A dissertação de Inglez de Souza traz uma discussão sobre a presente situação econômica e política dos Kayapó Gorotire, e sobre como eles estão refletindo sobre sua própria experiência e procurando superar os desafios de sobreviver enquanto grupo étnico diferenciado num momento de crescente interação com os estados nacionais e o mercado global. Por fim, Freire apresenta um estudo da forma como parte da imprensa brasileira ajudou construir uma imagem pública distorcida dos Kayapó como "índios capitalistas", através de uma análise sobre o "caso Pajakã." | + | Os outros três trabalhos tratam de questões bastante atuais e das relações dos Kayapó com a sociedade brasileira e a comunidade internacional. Linda Rabben faz um estudo de caso sobre a "ascenção e queda" do líder Paulinho Pajakã perante a comunidade ambientalista, num livro que trata também dos [[Povo:Yanomami|Yanomami]]. A dissertação de Inglez de Souza traz uma discussão sobre a presente situação econômica e política dos Kayapó Gorotire, e sobre como eles estão refletindo sobre sua própria experiência e procurando superar os desafios de sobreviver enquanto grupo étnico diferenciado num momento de crescente interação com os estados nacionais e o mercado global. Por fim, Freire apresenta um estudo da forma como parte da imprensa brasileira ajudou construir uma imagem pública distorcida dos Kayapó como "índios capitalistas", através de uma análise sobre o "caso Pajakã." |
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| − | + | * WERNER, Dennis .1984. Amazon journey: an anthropologist's year among Brazil's Mekranoti indians. New York: Simon and Schuster. 296 p. | |
| − | + | * STING & Jean-Pierre Dutilleux. 1989. Jungle Stories: the fight for the Amazon. London: Barrie and Jenkins. 128 p. | |
| − | + | * RABBEN, Linda.1998. Unnatural selection: the Yanomami, the Kayapo and the Onslaught of civilisation. Londres : Pluto Press. 183 p. | |
| − | + | * INGLEZ DE SOUSA, Cassio.2000. Vantagens, vícios e desafios: os Kayapó Gorotire em tempos de desenvolvimento. Dissertação de Mestrado - USP . São Paulo. 266 p. | |
| − | + | * FREIRE, Maria José Alfaro. 2001. A construção de um réu : Payakã e os Kayapó na imprensa durante a Eco-92. Rio de Janeiro : Museu Nacional-UFRJ. (Dissertação de Mestrado) | |
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=== Estudos de ecologia e subsistência === | === Estudos de ecologia e subsistência === | ||
| − | + | * BAMBERGER, Joan. 1971. The adequacy of Kayapó ecological adjustment. Proceedings of the 38th International Congress of Americanists, Stuttgart-Munich, 1968. Vol. 3, pp. 373-379. | |
| − | + | * PARKER, Eugene. Forest islands and Kayapó resource management in Amazonia : a reappraisal of the apete. American Anthropologist, Washington : American Anthropological Association, v. 94, n. 2, p. 406-28, 1992. | |
| − | + | * Posey, Darrell A. Ethnoentomology of the Gorotire Kayapo of Central Brazil. s.l. : Univ. of Georgia, 1979. 177 p. (Dissertação de Mestrado) | |
| − | + | * _______. 1981. O conhecimento entomológico Kayapó: etnometodologia e sistema cultural. (Anuário Antropológico 81):109-24. | |
| − | + | * _______. 1986. Manejo da floresta secundária, capoeiras, campos e cerrados (Kayapó). In: RIBEIRO, Berta G., coord. Etnobiologia. Petrópolis : Vozes, 1986. p. 173-88. (Suma Etnológica Brasileira, 1). | |
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| − | + | === Questões de gênero === | |
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| − | ===Questões de gênero=== | ||
Os três artigos abaixo tratam da questão das mulheres na sociedade Kayapó. Os textos de Vanessa Lea se inserem nos debates atuais sobre a questão de gênero, discutindo a oposição entre domínios doméstico e público e a posição das mulheres Kayapó. | Os três artigos abaixo tratam da questão das mulheres na sociedade Kayapó. Os textos de Vanessa Lea se inserem nos debates atuais sobre a questão de gênero, discutindo a oposição entre domínios doméstico e público e a posição das mulheres Kayapó. | ||
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| − | + | * WERNER, Dennis. 1984. Mulheres solteiras entre os Mekranoti-Kayapó. Anuário Antropológico, 82:69-81. | |
| − | + | * LEA, Vanessa. 1994. Gênero feminino Mebengokre (Kayapó): desvelando representações desgastadas. Cadernos Pagu, Campinas : Unicamp, n. 3, p. 85-116, | |
| − | + | * LEA, Vanessa. 1999.Desnaturalizando gênero na sociedade Mebengokre. Estudos Feministas, Rio de Janeiro : UFRJ/IFCS, v. 7, n. 1/2, p. 176-94, | |
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=== Cultura material e expressão artística === | === Cultura material e expressão artística === | ||
| − | + | * VERSWIJVER, Gustaf. 1992. Kaiapó amazonie: plumes et peintures corporelles. Tervuren : Musée Royal de l'Afrique Centrale ; Gent : Snoeck-Ducaju & Zoon. 198 p. | |
| − | + | * VERSWIJVER, Gustaf. 1996. Mekranoti: living among the painted people of the Amazon. Munich: Prestel-Verlag. 168 p. | |
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| − | + | === Mitos e narrativas === | |
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| − | === Mitos e narrativas=== | ||
Boa parte da tradição oral dos índios Kayapó se encontra disponível aos interessados, através de um conjunto de mitos registrados por diversos pesquisadores, e publicados nas coletâneas indicadas abaixo. Essa seleção de belíssimas narrativas é indispensável para uma visão do rico universo conceitual e imaginativo Kayapó. | Boa parte da tradição oral dos índios Kayapó se encontra disponível aos interessados, através de um conjunto de mitos registrados por diversos pesquisadores, e publicados nas coletâneas indicadas abaixo. Essa seleção de belíssimas narrativas é indispensável para uma visão do rico universo conceitual e imaginativo Kayapó. | ||
A coleção de Wilbert é bastante completa, contendo mais de 180 versões de mitos Kayapó (e Xikrin) registrados por Alfred Métraux, Anton Lukesch, Curt Nimuendaju, Horace Banner, Lux Vidal, Gustaf Verswijver e Vanessa Lea. | A coleção de Wilbert é bastante completa, contendo mais de 180 versões de mitos Kayapó (e Xikrin) registrados por Alfred Métraux, Anton Lukesch, Curt Nimuendaju, Horace Banner, Lux Vidal, Gustaf Verswijver e Vanessa Lea. | ||
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| − | + | * BANNER, Horace. Mitos dos índios Kayapó. In: SCHADEN, Egon, org. Homem, cultura e sociedade no Brasil. Petrópolis : Vozes, 1972. p. 90-132. | |
| − | + | * WILBERT, Johannes. 1978. Folk literature of the Gê indians. Volume 1. Los Angeles: UCLA, Latin American Center Publications. 653 pp. | |
| − | + | * WILBERT, Johannes, e Karin Simoneau. 1984. Folk literature of the Gê indians. Volume 2. Los Angeles: UCLA, Latin American Center Publications. | |
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=== Língua Kayapó === | === Língua Kayapó === | ||
Existem alguns trabalhos e dicionários sobre a língua Kayapó, ainda que não sejam de fácil acesso. O idioma Kayapó foi bastante estudado por lingüistas, principalmente afiliados ao Summer Institute. Em geral, esses trabalhos passam de mão em mão entre os estudiosos e antropólogos que trabalharam com os Kayapó, pondendo ser encontrados eventualmente em algumas bibliotecas dos Programas de Pós-Graduação em Antropologia e Lingüística. O trabalho dos linguistas missionários resultou na tradução e edição de um Novo Testamento em língua Kayapó (Metindjwynh Kute Memã Kaben Ny Jarenh), publicado em 1996 pela Liga Bíblica do Brasil. | Existem alguns trabalhos e dicionários sobre a língua Kayapó, ainda que não sejam de fácil acesso. O idioma Kayapó foi bastante estudado por lingüistas, principalmente afiliados ao Summer Institute. Em geral, esses trabalhos passam de mão em mão entre os estudiosos e antropólogos que trabalharam com os Kayapó, pondendo ser encontrados eventualmente em algumas bibliotecas dos Programas de Pós-Graduação em Antropologia e Lingüística. O trabalho dos linguistas missionários resultou na tradução e edição de um Novo Testamento em língua Kayapó (Metindjwynh Kute Memã Kaben Ny Jarenh), publicado em 1996 pela Liga Bíblica do Brasil. | ||
Abaixo uma lista dos principais trabalhos sobre língua Kayapó: | Abaixo uma lista dos principais trabalhos sobre língua Kayapó: | ||
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| − | + | * STOUT, Mickey & Ruth Thomson. 1974. Elementos proposicionais em orações Kayapó. In: Série Lingüística, nº 3. Brasília: Summer Institute of Linguistics (SIL). | |
| − | + | * STOUT, Mickey & Ruth Thomson. 1974. Modalidade em Kayapó. In: Série Lingüística, nº 3. Brasília: Summer Institute of Linguistics (SIL). | |
| − | + | * STOUT, Mickey & Ruth Thomson. 1974. Fonêmica Txukuhamãi (Kayapó). In: Série Lingüística, nº 3. Brasília: Summer Institute of Linguistics (SIL). | |
| − | + | * TREVISAN, Renato & Mario Pezzoti. 1991. Dicionário Kayapó-Português e Português-Kayapó. Belém. | |
| + | * JEFFERSON, Kathleen.1991. Gramática pedagógica Kayapó : parte 3 e apêndices. Brasília: Summer Institute of Linguistics (SIL). (Arquivo Lingüístico, 186). 117 p. | ||
| + | * BORGES, Marília. Aspectos da morfossíntaxe do sintagma nominal na língua kayapó. Brasília : UnB, 1995. 57 p. (Dissertação de Mestrado) | ||
| + | * LEA, Vanessa (org.). s/d. Dicionário de Terence Turner partindo de uma lista de palavras de Earl Trapp (missionário). Projeto de pesquisa lingüística em Mebengokre (Unicamp). | ||
| + | * SALANOVA, Andres & Amélia Silva. s/d. Dicionário Mebengokre-Portugues. Projeto de pesquisa lingüística em Mebengokre. Unicamp. Fapesp. | ||
=== Música === | === Música === | ||
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"Brésil Central: Chants et danses des Indiens Kaiapó" (volume com 2 CD's), publicado em 1989 pelo Archives Internationales de Musique Populaire (AIMP), vol. XIV-XV, em Genebra. Gravações e redação do livro/encarte por Gustaaf Verswijver. | "Brésil Central: Chants et danses des Indiens Kaiapó" (volume com 2 CD's), publicado em 1989 pelo Archives Internationales de Musique Populaire (AIMP), vol. XIV-XV, em Genebra. Gravações e redação do livro/encarte por Gustaaf Verswijver. | ||
| − | + | === Vídeos === | |
| − | + | * The Kayapo-out of the forest. Dir.: Michael Beckham e Terence Turner. Vídeo Cor, 51 min. 1989. | |
| − | ===Vídeos=== | + | * Aben Kot. Dir.: Breno Kuperman; Otília Quadros. Vídeo Cor, Betacam, 58 min., 1992. Prod.: Cena Tropical. |
| − | + | * O mundo mágico do A'Ukre. Dir.: João Luís Araújo. Vídeo Cor, 1992. | |
| − | + | * Taking Aim. Dir.: Monica Frota. Vídeo cor, Hi-8/TSC, 41 min., 1993. | |
| − | + | * Pintura corporal : uma pele social. Dir.: Delvair Montagner. Vídeo Cor, HI-8/Betacam SP, 20 min., 1994. Prod.: CPCE | |
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<li>ANDERSON, Anthony B.; POSEY, Darrell Addison. Reflorestamento indígena. Ciência Hoje, Rio de Janeiro : SBPC, v. 12, n. esp., p. 6-12, dez. 1991.</li> | <li>ANDERSON, Anthony B.; POSEY, Darrell Addison. Reflorestamento indígena. Ciência Hoje, Rio de Janeiro : SBPC, v. 12, n. esp., p. 6-12, dez. 1991.</li> | ||
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<li>ARAÚJO LEITÃO, Ana Valéria Nascimento (Org.). A defesa dos direitos indígenas no judiciário : ações propostas pelo Núcleo de Direitos Indígenas. São Paulo : Instituto Socioambiental, 1995. 544 p.</li> | <li>ARAÚJO LEITÃO, Ana Valéria Nascimento (Org.). A defesa dos direitos indígenas no judiciário : ações propostas pelo Núcleo de Direitos Indígenas. São Paulo : Instituto Socioambiental, 1995. 544 p.</li> | ||
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<li>ARNAUD, Expedito. A expansão dos índios Kayapó-Gorotire e a ocupação nacional (Região Sul do Pará). In: --------. O índio e a expansão nacional. Belém : Cejup, 1989. p. 427-85. Publicado originalmente na separata da Revista do Museu Paulista, São Paulo, n.s., v. 32, 1987.</li> | <li>ARNAUD, Expedito. A expansão dos índios Kayapó-Gorotire e a ocupação nacional (Região Sul do Pará). In: --------. O índio e a expansão nacional. Belém : Cejup, 1989. p. 427-85. Publicado originalmente na separata da Revista do Museu Paulista, São Paulo, n.s., v. 32, 1987.</li> | ||
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<li>--------. A extinção dos índios Kararaô (Kayapó) - Baixo Xingu, Pará. In: --------. O índio e a expansão nacional. Belém : Cejup, 1989. p. 185-202. Publicado originalmente no Boletim do MPEG, Antropologia, Belém, n.s., n. 53, jun. 1974.</li> | <li>--------. A extinção dos índios Kararaô (Kayapó) - Baixo Xingu, Pará. In: --------. O índio e a expansão nacional. Belém : Cejup, 1989. p. 185-202. Publicado originalmente no Boletim do MPEG, Antropologia, Belém, n.s., n. 53, jun. 1974.</li> | ||
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<li>ASSOCIAÇÃO IPREN-RE DE DEFESA DO POVO MEBENGOKRE. Currículo do Curso de Formação de Professores Mbengokre, Panará e Tapayuna Gorona. s.l. : Associação Ipren-Re, 2001. 92 p.</li> | <li>ASSOCIAÇÃO IPREN-RE DE DEFESA DO POVO MEBENGOKRE. Currículo do Curso de Formação de Professores Mbengokre, Panará e Tapayuna Gorona. s.l. : Associação Ipren-Re, 2001. 92 p.</li> | ||
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<li>ATAÍDES, Jezús Marco de. Sob o signo da violência : colonizadores e Kayapó do sul do Brasil Central. Goiânia : UFGO, 1991. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>ATAÍDES, Jezús Marco de. Sob o signo da violência : colonizadores e Kayapó do sul do Brasil Central. Goiânia : UFGO, 1991. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<li>AZEVEDO, Ramiro Anthero de. Prevalência dos marcadores sorológicos da hepatite B (HBsAg, Anti-HBs, Anti-HBc, HB e Ag e Anti-HBe) e da hepatite delta (Anti-HDV) na população de 0 a 14 anos, das tribos Txucarramãe e Caiabí do Parque Indígena do Xingu, Brasil Central. São Paulo : EPM, 1992. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>AZEVEDO, Ramiro Anthero de. Prevalência dos marcadores sorológicos da hepatite B (HBsAg, Anti-HBs, Anti-HBc, HB e Ag e Anti-HBe) e da hepatite delta (Anti-HDV) na população de 0 a 14 anos, das tribos Txucarramãe e Caiabí do Parque Indígena do Xingu, Brasil Central. São Paulo : EPM, 1992. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<li>BALÉE, William L. People of the fallow : a historical ecology of foraging in lowland South America. In: REDFORD, Kent H.; PADOCH, Christine J. (Eds.). Conservation of neotropical forests. Nova York : Columbia University Press, 1992. p. 35-57.</li> | <li>BALÉE, William L. People of the fallow : a historical ecology of foraging in lowland South America. In: REDFORD, Kent H.; PADOCH, Christine J. (Eds.). Conservation of neotropical forests. Nova York : Columbia University Press, 1992. p. 35-57.</li> | ||
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<li>BANNER, Horace. A casa dos homens gorotire. Rev. do Museu Paulista, São Paulo : Museu Paulista, n. 6, n.s., 1952.</li> | <li>BANNER, Horace. A casa dos homens gorotire. Rev. do Museu Paulista, São Paulo : Museu Paulista, n. 6, n.s., 1952.</li> | ||
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<li>--------. Mitos dos índios Kayapó. In: SCHADEN, Egon (Org.). Homem, cultura e sociedade no Brasil. Petrópolis : Vozes, 1972. p. 90-132.</li> | <li>--------. Mitos dos índios Kayapó. In: SCHADEN, Egon (Org.). Homem, cultura e sociedade no Brasil. Petrópolis : Vozes, 1972. p. 90-132.</li> | ||
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<li>--------. O índio Kayapó em seu acampamento. Boletim do MPEG: Série Antropologia, Belém : MPEG, n.13, n.s., 1961.</li> | <li>--------. O índio Kayapó em seu acampamento. Boletim do MPEG: Série Antropologia, Belém : MPEG, n.13, n.s., 1961.</li> | ||
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<li>BASTOS, Rafael José de Menezes. Música nas terras baixas da América do Sul : ensaio a partir da escuta de um disco de música Xikrin. Anuário Antropológico, Rio de Janeiro : Tempo Brasileiro, n. 95, p. 261-63, 1996.</li> | <li>BASTOS, Rafael José de Menezes. Música nas terras baixas da América do Sul : ensaio a partir da escuta de um disco de música Xikrin. Anuário Antropológico, Rio de Janeiro : Tempo Brasileiro, n. 95, p. 261-63, 1996.</li> | ||
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<li>BIDOIA, Beatriz Gulli. Identificação dos haplótipos do gene globina beta em uma população indígena brasileira miscigenada (Kayapó Xikrin-PA). São Paulo : Unifesp/EPM, 1998. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>BIDOIA, Beatriz Gulli. Identificação dos haplótipos do gene globina beta em uma população indígena brasileira miscigenada (Kayapó Xikrin-PA). São Paulo : Unifesp/EPM, 1998. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<li>BORGES, Marília. Aspectos da morfossíntaxe do sintagma nominal na língua kayapó. Brasília : UnB, 1995. 57 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>BORGES, Marília. Aspectos da morfossíntaxe do sintagma nominal na língua kayapó. Brasília : UnB, 1995. 57 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<li>CLAY, Jason. Os Kayapós e a Body Shop : a parceria de comercio com ajuda. In: ANDERSON, Anthony; CLAY, Jason (Orgs.). Esverdeando a Amazônia : comunidades e empresas em busca de práticas para negócios sustentáveis. São Paulo : Peirópolis ; Brasília : IIEB, 2002. p. 31-52.</li> | <li>CLAY, Jason. Os Kayapós e a Body Shop : a parceria de comercio com ajuda. In: ANDERSON, Anthony; CLAY, Jason (Orgs.). Esverdeando a Amazônia : comunidades e empresas em busca de práticas para negócios sustentáveis. São Paulo : Peirópolis ; Brasília : IIEB, 2002. p. 31-52.</li> | ||
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<li>COHN, Clarice. Crescendo como um Xikrin : uma analise da infância e do desenvolvimento infantil entre os Kayapó-Xikrin do Bacajá. Rev. de Antropologia, São Paulo : USP, v. 43, n. 2, p. 195-233, 2000.</li> | <li>COHN, Clarice. Crescendo como um Xikrin : uma analise da infância e do desenvolvimento infantil entre os Kayapó-Xikrin do Bacajá. Rev. de Antropologia, São Paulo : USP, v. 43, n. 2, p. 195-233, 2000.</li> | ||
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<li>--------. A criança indígena : a concepção Xikrin de infância e aprendizado. São Paulo : USP, 2000. 185 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>--------. A criança indígena : a concepção Xikrin de infância e aprendizado. São Paulo : USP, 2000. 185 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<li>COHN, Clarice. A experiência da infância e o aprendizado entre os Xikrin. In: SILVA, Aracy Lopes da; MACEDO, Ana Vera Lopes da Silva; NUNES, Ângela (Orgs.). Crianças indígenas : ensaios antropológicos. São Paulo : Global ; Mari-USP, 2002. p. 117-49. (Antropologia e Educação)</li> | <li>COHN, Clarice. A experiência da infância e o aprendizado entre os Xikrin. In: SILVA, Aracy Lopes da; MACEDO, Ana Vera Lopes da Silva; NUNES, Ângela (Orgs.). Crianças indígenas : ensaios antropológicos. São Paulo : Global ; Mari-USP, 2002. p. 117-49. (Antropologia e Educação)</li> | ||
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<li>--------; SZTUTMAN, Renato. O visível e o invisível na guerra ameríndia. Sexta Feira: Antropologia, Artes e Humanidades, São Paulo : Pletora, n. 7, p. A43-A56, 2003. | <li>--------; SZTUTMAN, Renato. O visível e o invisível na guerra ameríndia. Sexta Feira: Antropologia, Artes e Humanidades, São Paulo : Pletora, n. 7, p. A43-A56, 2003. | ||
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<li>Demarchi, André (textos) e Oliveira, Thiago (fotografias). 2015. Metoro Kukràdjà: ensaio fotoetnográfico sobre a estética ritual Mebengôkre-Kayapó. Rio de Janeiro: Museu do Índio.</li> | <li>Demarchi, André (textos) e Oliveira, Thiago (fotografias). 2015. Metoro Kukràdjà: ensaio fotoetnográfico sobre a estética ritual Mebengôkre-Kayapó. Rio de Janeiro: Museu do Índio.</li> | ||
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<li>DREYFUS, Simone. Les Kayapo du Nord, état du Pará, Brésil : contribuition à l’étude des indiens Gê. Paris : Mouton & Co., 1963.</li> | <li>DREYFUS, Simone. Les Kayapo du Nord, état du Pará, Brésil : contribuition à l’étude des indiens Gê. Paris : Mouton & Co., 1963.</li> | ||
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<li>DUTILLEUX, Jean-Pierre; STING. Jungle stories : the fight for the Amazon. Londres : Barrie & Jenkins, 1989. 128 p.</li> | <li>DUTILLEUX, Jean-Pierre; STING. Jungle stories : the fight for the Amazon. Londres : Barrie & Jenkins, 1989. 128 p.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Org.). Histórias do Xingu : coletânea de depoimentos dos índios Suyá, Kayabi, Juruna, Trumai, Txucarramãe e Txicão. São Paulo : USP-NHII ; Fapesp, 1994. 240 p.</li> | <li>FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Org.). Histórias do Xingu : coletânea de depoimentos dos índios Suyá, Kayabi, Juruna, Trumai, Txucarramãe e Txicão. São Paulo : USP-NHII ; Fapesp, 1994. 240 p.</li> | ||
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<li>FISHER, Bill. Xikrin do Bacajá : no centro da predação. In: RICARDO, Carlos Alberto (Ed.). Povos Indígenas no Brasil : 1991/1995. São Paulo : Instituto Socioambiental, 1996. p. 399-401.</li> | <li>FISHER, Bill. Xikrin do Bacajá : no centro da predação. In: RICARDO, Carlos Alberto (Ed.). Povos Indígenas no Brasil : 1991/1995. São Paulo : Instituto Socioambiental, 1996. p. 399-401.</li> | ||
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<li>FISHER, William H. Dualism and its discontents : social process and village fissioning among the Xikrin-Kayapó of central Brazil. Cornell : Cornell University, 1991. 509 p. (Tese de Doutorado)</li> | <li>FISHER, William H. Dualism and its discontents : social process and village fissioning among the Xikrin-Kayapó of central Brazil. Cornell : Cornell University, 1991. 509 p. (Tese de Doutorado)</li> | ||
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<li>--------. Megadevelopment, environmentalism, and resistance : the institutional context of Kayapó indigenous politics in Central Brazil. Human Organization, Boston : Society for Applied Anthropology, v. 53, n. 3, p. 220-32, 1994.</li> | <li>--------. Megadevelopment, environmentalism, and resistance : the institutional context of Kayapó indigenous politics in Central Brazil. Human Organization, Boston : Society for Applied Anthropology, v. 53, n. 3, p. 220-32, 1994.</li> | ||
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<li>FISHER, William Harry. Rain forest exchanges : industry and community on an Amazonian frontier. Washington : Smithsonian Institution Press, 2000. 234 p. (Smithsonian Séries in Ethnographic Inquiry)</li> | <li>FISHER, William Harry. Rain forest exchanges : industry and community on an Amazonian frontier. Washington : Smithsonian Institution Press, 2000. 234 p. (Smithsonian Séries in Ethnographic Inquiry)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>FREIRE, Maria José Alfaro. A construção de um réu : Payakã e os Kayapó na imprensa durante a Eco-92. Rio de Janeiro : Museu Nacional-UFRJ, 2001. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>FREIRE, Maria José Alfaro. A construção de um réu : Payakã e os Kayapó na imprensa durante a Eco-92. Rio de Janeiro : Museu Nacional-UFRJ, 2001. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<li>FRIKEL, Protásio. Notas sobre a situação atual dos índios Xikrín do rio Cateté. In: SCHADEN, Egon. Leituras de etnologia brasileira. São Paulo : Companhia Editôra Nacional, 1976. p. 435-47.</li> | <li>FRIKEL, Protásio. Notas sobre a situação atual dos índios Xikrín do rio Cateté. In: SCHADEN, Egon. Leituras de etnologia brasileira. São Paulo : Companhia Editôra Nacional, 1976. p. 435-47.</li> | ||
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<li>--------. Notas sobre os Xikrin do Cateté. Rev. do Museu Paulista, São Paulo : Museu Paulista, n.14, n.s., 1968.</li> | <li>--------. Notas sobre os Xikrin do Cateté. Rev. do Museu Paulista, São Paulo : Museu Paulista, n.14, n.s., 1968.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>GALVÃO, Eduardo. Diários do Xingu (1947-1967). In: GONÇALVES, Marco Antônio Teixeira (Org.). Diários de campo de Eduardo Galvão : Tenetehara, Kaioa e índios do Xingu. Rio de Janeiro : UFRJ, 1996. p. 249-381.</li> | <li>GALVÃO, Eduardo. Diários do Xingu (1947-1967). In: GONÇALVES, Marco Antônio Teixeira (Org.). Diários de campo de Eduardo Galvão : Tenetehara, Kaioa e índios do Xingu. Rio de Janeiro : UFRJ, 1996. p. 249-381.</li> | ||
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<li>GIANNINI, Isabelle Vidal. A ave resgatada : “A impossibilidade da leveza do ser”. São Paulo : USP, 1991. 205 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>GIANNINI, Isabelle Vidal. A ave resgatada : “A impossibilidade da leveza do ser”. São Paulo : USP, 1991. 205 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<li>--------. A construção do novo com os índios Xikrin. In: LIMA, Antônio Carlos de Souza; BARROSO-HOFFMANN, Maria (Orgs.). Etnodesenvolvimento e políticas públicas : bases para uma nova política indigenista. Rio de Janeiro : Contra Capa Livraria, 2002. p. 107-26.</li> | <li>--------. A construção do novo com os índios Xikrin. In: LIMA, Antônio Carlos de Souza; BARROSO-HOFFMANN, Maria (Orgs.). Etnodesenvolvimento e políticas públicas : bases para uma nova política indigenista. Rio de Janeiro : Contra Capa Livraria, 2002. p. 107-26.</li> | ||
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<li>--------. A dimensão educativa do projeto de manejo socioambiental na área indígena Xikrin do Cateté. In: SILVA, Aracy Lopes da; FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Orgs.). Antropologia, história e educação : a questão indígena e a escola. São Paulo : Global, 2001. p.223-37.</li> | <li>--------. A dimensão educativa do projeto de manejo socioambiental na área indígena Xikrin do Cateté. In: SILVA, Aracy Lopes da; FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Orgs.). Antropologia, história e educação : a questão indígena e a escola. São Paulo : Global, 2001. p.223-37.</li> | ||
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<li>--------. Os domínios cósmicos : um dos aspectos de construção da categoria humana Kayapó-Xikrin. Rev. de Antropologia, São Paulo : USP, v. 34, p. 35-58, 1991.</li> | <li>--------. Os domínios cósmicos : um dos aspectos de construção da categoria humana Kayapó-Xikrin. Rev. de Antropologia, São Paulo : USP, v. 34, p. 35-58, 1991.</li> | ||
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<li>--------. Educação indígena e o manejo sócio-econômico dos recursos florestais : a experiência Xikrin. Em Aberto, Brasília : Inep, v. 14, n. 63, p. 117-21, jul./set. 1994.</li> | <li>--------. Educação indígena e o manejo sócio-econômico dos recursos florestais : a experiência Xikrin. Em Aberto, Brasília : Inep, v. 14, n. 63, p. 117-21, jul./set. 1994.</li> | ||
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<li>--------. Sociedade e meio ambiente : um estudo de caso. In: SANTOS, Antônio Carlos Magalhães Lourenço (Org.). Sociedades indígenas e transformações ambientais. Belém : UFPA-Numa, 1993. p. 61-78. (Universidade e Meio Ambiente, 6)</li> | <li>--------. Sociedade e meio ambiente : um estudo de caso. In: SANTOS, Antônio Carlos Magalhães Lourenço (Org.). Sociedades indígenas e transformações ambientais. Belém : UFPA-Numa, 1993. p. 61-78. (Universidade e Meio Ambiente, 6)</li> | ||
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<li>--------. The Xikrin do Cateté Indigenous Area. In: REDFORD, Kent H.; MANSOUR, Jane A. (Eds.). Traditional peoples and biodiversity conservation in large tropical landscapes. Arlington : Nature Conservancy, 1996. p. 115-36.</li> | <li>--------. The Xikrin do Cateté Indigenous Area. In: REDFORD, Kent H.; MANSOUR, Jane A. (Eds.). Traditional peoples and biodiversity conservation in large tropical landscapes. Arlington : Nature Conservancy, 1996. p. 115-36.</li> | ||
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<li>--------. Xikrin rompem com modelo predatório e defendem manejo sustentável. In: RICARDO, Carlos Alberto (Ed.). Povos Indígenas no Brasil : 1991/1995. São Paulo : Instituto Socioambiental, 1996. p. 389-97.</li> | <li>--------. Xikrin rompem com modelo predatório e defendem manejo sustentável. In: RICARDO, Carlos Alberto (Ed.). Povos Indígenas no Brasil : 1991/1995. São Paulo : Instituto Socioambiental, 1996. p. 389-97.</li> | ||
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<li>--------; VIDAL, Lux B. Xikrin do Cateté exploram madeira, e são explorados por madeireira. In: RICARDO, Carlos Alberto (Ed.). Povos Indígenas no Brasil : 1987/88/89/90. São Paulo : Cedi, 1991. p. 315-8. (Aconteceu Especial, 18)</li> | <li>--------; VIDAL, Lux B. Xikrin do Cateté exploram madeira, e são explorados por madeireira. In: RICARDO, Carlos Alberto (Ed.). Povos Indígenas no Brasil : 1987/88/89/90. São Paulo : Cedi, 1991. p. 315-8. (Aconteceu Especial, 18)</li> | ||
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<li>GIRALDIN, Odair. Cayapó e Panará : luta e sobrevivência de um povo Jê no Brasil Central. Campinas : Ed. Unicamp, 1997. 198 p. (Série Pesquisas)</li> | <li>GIRALDIN, Odair. Cayapó e Panará : luta e sobrevivência de um povo Jê no Brasil Central. Campinas : Ed. Unicamp, 1997. 198 p. (Série Pesquisas)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>GORDON, César. Folhas pálidas : a incorporação Xikrin (Mebengokre) do dinheiro e das mercadorias. Rio de Janeiro : Museu Nacional, 2003. 357 p. (Tese de Doutorado)</li> | <li>GORDON, César. Folhas pálidas : a incorporação Xikrin (Mebengokre) do dinheiro e das mercadorias. Rio de Janeiro : Museu Nacional, 2003. 357 p. (Tese de Doutorado)</li> | ||
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<li>--------. Nossas utopias não são as deles : os Mebengokre (Kayapó) e o mundo dos brancos. Sexta Feira: Antropologia, Artes e Humanidades, São Paulo : Pletora, n. 6, p. 123-36, 2001.</li> | <li>--------. Nossas utopias não são as deles : os Mebengokre (Kayapó) e o mundo dos brancos. Sexta Feira: Antropologia, Artes e Humanidades, São Paulo : Pletora, n. 6, p. 123-36, 2001.</li> | ||
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<li>HECHT, Susanna B.; POSEY, Darrell A. Indigenous soil management in the Latin American tropics : some implication for the Amazon basin. In: POSEY, Darrell A.; OVERAL, William Leslie (Orgs.). Ethnobiology : implications and applications. Proceedings of the First International Congress of Ethnobiology (Belem, 1988). v.2. Belém : MPEG, 1990. p.73-86.</li> | <li>HECHT, Susanna B.; POSEY, Darrell A. Indigenous soil management in the Latin American tropics : some implication for the Amazon basin. In: POSEY, Darrell A.; OVERAL, William Leslie (Orgs.). Ethnobiology : implications and applications. Proceedings of the First International Congress of Ethnobiology (Belem, 1988). v.2. Belém : MPEG, 1990. p.73-86.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>JEFFERSON, Kathleen. Gramática pedagógica Kayapó : parte 3 e apêndices. Brasília : SIL, 1991. 117 p. (Arquivo Lingüístico, 186)</li> | <li>JEFFERSON, Kathleen. Gramática pedagógica Kayapó : parte 3 e apêndices. Brasília : SIL, 1991. 117 p. (Arquivo Lingüístico, 186)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>KRAUTLER, Erwin. O servo não é maior que seu senhor : a Igreja Católica e o povo Kayapó. Belém : Cimi Norte I, 1993. 11 p.</li> | <li>KRAUTLER, Erwin. O servo não é maior que seu senhor : a Igreja Católica e o povo Kayapó. Belém : Cimi Norte I, 1993. 11 p.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>LADEIRA, Francisco Sérgio Bernardes. Caracterização geral da área : relatório do Projeto Xikrin do Cateté. São Paulo : ISA, 1996. 34 p.</li> | <li>LADEIRA, Francisco Sérgio Bernardes. Caracterização geral da área : relatório do Projeto Xikrin do Cateté. São Paulo : ISA, 1996. 34 p.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>--------. Geologia e ocorrências minerais na Reserva Indígena Xikrin do Cateté : relatório do Projeto Xikrin do Cateté. São Paulo : ISA, 1996. 31 p.</li> | <li>--------. Geologia e ocorrências minerais na Reserva Indígena Xikrin do Cateté : relatório do Projeto Xikrin do Cateté. São Paulo : ISA, 1996. 31 p.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>LEA, Vanessa Rosemary. Casa-se do outro lado : um modelo simulado da aliança mebengokre (Jê). In: VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo (Org.). Antropologia do parentesco : estudos ameríndios. Rio de Janeiro : UFRJ, 1995. p. 321-60. (Universidade)</li> | <li>LEA, Vanessa Rosemary. Casa-se do outro lado : um modelo simulado da aliança mebengokre (Jê). In: VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo (Org.). Antropologia do parentesco : estudos ameríndios. Rio de Janeiro : UFRJ, 1995. p. 321-60. (Universidade)</li> | ||
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<li>--------. Casas e casas Mebengokre (Jê). In: VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo; CUNHA, Manuela Carneiro da (Orgs.). Amazônia : etnologia e história indígena. São Paulo : USP-NHII ; Fapesp, 1993. p. 265-84. (Estudos)</li> | <li>--------. Casas e casas Mebengokre (Jê). In: VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo; CUNHA, Manuela Carneiro da (Orgs.). Amazônia : etnologia e história indígena. São Paulo : USP-NHII ; Fapesp, 1993. p. 265-84. (Estudos)</li> | ||
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<li>--------. O corpo como suporte para a geometria. In: FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Org.). Idéias matemáticas de povos culturalmente distintos. São Paulo : Global ; Mari/USP, 2002. p. 185-205. (Antropologia e Educação)</li> | <li>--------. O corpo como suporte para a geometria. In: FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Org.). Idéias matemáticas de povos culturalmente distintos. São Paulo : Global ; Mari/USP, 2002. p. 185-205. (Antropologia e Educação)</li> | ||
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<li>--------. Desnaturalizando gênero na sociedade Mebengokre. Estudos Feministas, Rio de Janeiro : UFRJ/IFCS, v. 7, n. ½, p. 176-94, 1999.</li> | <li>--------. Desnaturalizando gênero na sociedade Mebengokre. Estudos Feministas, Rio de Janeiro : UFRJ/IFCS, v. 7, n. ½, p. 176-94, 1999.</li> | ||
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<li>--------. Gênero feminino Mebengokre (Kayapó) : desvelando representações desgastadas. Cadernos Pagu, Campinas : Unicamp, n. 3, p. 85-116, 1994.</li> | <li>--------. Gênero feminino Mebengokre (Kayapó) : desvelando representações desgastadas. Cadernos Pagu, Campinas : Unicamp, n. 3, p. 85-116, 1994.</li> | ||
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<li>--------. The houses of the Mebengokre (Kayapó) of Central Brazil : a new door to their social organization. In: CARSTEN, Janet; HUGH-JONES, Stephen (Orgs.). About the house : Levi-Strauss and beyond. Cambridge : Cambridge university Press, 1995. p. 206-25.</li> | <li>--------. The houses of the Mebengokre (Kayapó) of Central Brazil : a new door to their social organization. In: CARSTEN, Janet; HUGH-JONES, Stephen (Orgs.). About the house : Levi-Strauss and beyond. Cambridge : Cambridge university Press, 1995. p. 206-25.</li> | ||
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<li>--------. Laudo antropológico : Kapoto. Campinas : Unicamp, 1997. 201 p.</li> | <li>--------. Laudo antropológico : Kapoto. Campinas : Unicamp, 1997. 201 p.</li> | ||
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<li>--------. Laudo histórico-antropológico relativo à Ação Ordinária de Desapropriação na 3ª Vara da Justiça Federal do Mato Grosso. São Paulo : s.ed., 1994. 111 p. (AI: Kapoto-MT)</li> | <li>--------. Laudo histórico-antropológico relativo à Ação Ordinária de Desapropriação na 3ª Vara da Justiça Federal do Mato Grosso. São Paulo : s.ed., 1994. 111 p. (AI: Kapoto-MT)</li> | ||
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<li>--------. Laudo histórico-antropológico relativo ao Processo 00.0003594-7 - Ação Originaria de Reivindicação Indenizatória na 3ª Vara da Justiça Federal do Mato Grosso. São Paulo : s.ed., 1994. 130 p. (AI: Parque Indígena do Xingu)</li> | <li>--------. Laudo histórico-antropológico relativo ao Processo 00.0003594-7 - Ação Originaria de Reivindicação Indenizatória na 3ª Vara da Justiça Federal do Mato Grosso. São Paulo : s.ed., 1994. 130 p. (AI: Parque Indígena do Xingu)</li> | ||
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<li>--------. Mebengokre (Kayapó) onomastics : a facet of houses as total social facts in Central Brazil. Man, Londres : Royal Anthr. Inst. of Great Britain Ireland, v. 27, n. 1, p. 129-53, 1992.</li> | <li>--------. Mebengokre (Kayapó) onomastics : a facet of houses as total social facts in Central Brazil. Man, Londres : Royal Anthr. Inst. of Great Britain Ireland, v. 27, n. 1, p. 129-53, 1992.</li> | ||
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<li>--------. Nomes e Nekrets Kayapó : uma concepção de riqueza. Rio de Janeiro : UFRJ-Museu Nacional, 1986. 587 p. (Tese de Doutorado) | <li>--------. Nomes e Nekrets Kayapó : uma concepção de riqueza. Rio de Janeiro : UFRJ-Museu Nacional, 1986. 587 p. (Tese de Doutorado) | ||
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| − | <li>--------. Riquezas intangíveis de pessoas partíveis: os Mẽbêngôkre (Kayapó) do Brasil Central. Edusp/FAPESP. | + | <li>--------. Riquezas intangíveis de pessoas partíveis: os Mẽbêngôkre (Kayapó) do Brasil Central. Edusp/FAPESP. 496 páginas. ISBN 978-85-314-1327-8. 2012.</li> |
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<ul> | <ul> | ||
<li>LOPES, Rita de Cássia Domingues. Desvendando significados : contextualizando a coleção etnográfica Xikrin do Cateté. Belém : UFPA, 2002. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>LOPES, Rita de Cássia Domingues. Desvendando significados : contextualizando a coleção etnográfica Xikrin do Cateté. Belém : UFPA, 2002. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>LUKESCH, Anton. Der Tapir, der an der Himmelsstutze nagt : mythos und leben der Kayapó. Viena : Bohlau Verlag, 1994. 485 p. | <li>LUKESCH, Anton. Der Tapir, der an der Himmelsstutze nagt : mythos und leben der Kayapó. Viena : Bohlau Verlag, 1994. 485 p. | ||
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<li>MARIANO, Michelle Carlesso. Da borduna às redes sociais: uma amostra do cotidiano Mẽbêngôkre Mẽtyktire. 252 f. Dissertação Mestrado - Instituto de Linguagens, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá. 2014.</li> | <li>MARIANO, Michelle Carlesso. Da borduna às redes sociais: uma amostra do cotidiano Mẽbêngôkre Mẽtyktire. 252 f. Dissertação Mestrado - Instituto de Linguagens, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá. 2014.</li> | ||
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<li>MAYA, Carlos. A contemporany approach of the Xikrin indians body art from southeast-Pará, Brazil. Brasilia : Fundação Mata Virgem, 1992. 40 p. (Catálogo exposição itinerante)</li> | <li>MAYA, Carlos. A contemporany approach of the Xikrin indians body art from southeast-Pará, Brazil. Brasilia : Fundação Mata Virgem, 1992. 40 p. (Catálogo exposição itinerante)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>MILLER, Joana. Antes os brancos já existiam: uma analise critica do modelo de contato de Terence Turner para os Kayapó. Rio de Janeiro : UFRJ, 2001. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>MILLER, Joana. Antes os brancos já existiam: uma analise critica do modelo de contato de Terence Turner para os Kayapó. Rio de Janeiro : UFRJ, 2001. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>MOREIRA, Memélia. Estupro e preconceito. Carta, Brasília : Gab. Sen. Darcy Ribeiro, n. 9, p. 133-6, 1993.</li> | <li>MOREIRA, Memélia. Estupro e preconceito. Carta, Brasília : Gab. Sen. Darcy Ribeiro, n. 9, p. 133-6, 1993.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>MORSELLO, Carla. Market integration and sustainability in Amazonian indigenous livelihoods : the case of the Kayapo. s.l. : Univers. of East Anglia, 2002. 311 p. (Tese de Doutorado)</li> | <li>MORSELLO, Carla. Market integration and sustainability in Amazonian indigenous livelihoods : the case of the Kayapo. s.l. : Univers. of East Anglia, 2002. 311 p. (Tese de Doutorado)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>MURPHY, Isabel Iva. And I, in my turn, will pass it on : indigenous education among the Kayapó amerindians of Central Brazil. s.l. : Univ. of Pittsburgh, 1992. 383 p. (Tese de Ph.D.)</li> | <li>MURPHY, Isabel Iva. And I, in my turn, will pass it on : indigenous education among the Kayapó amerindians of Central Brazil. s.l. : Univ. of Pittsburgh, 1992. 383 p. (Tese de Ph.D.)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>NIMUENDAJÚ, Curt. Os Gorotire (1940). In: --------. Textos indigenistas. São Paulo : Loyola, 1982. p. 219-43.</li> | <li>NIMUENDAJÚ, Curt. Os Gorotire (1940). In: --------. Textos indigenistas. São Paulo : Loyola, 1982. p. 219-43.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>NASCIMENTO, Hilton S. Hunting sustainability by the Kayapó indians of A-Ukre, eastern Brazilian Amazonia. Norwich : Univ. of East Anglia, 1999. 44 p. (Dissertação de Mestrado) | <li>NASCIMENTO, Hilton S. Hunting sustainability by the Kayapó indians of A-Ukre, eastern Brazilian Amazonia. Norwich : Univ. of East Anglia, 1999. 44 p. (Dissertação de Mestrado) | ||
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<li>NEVES, Roberta Cristina. 2014. O ícone Raoni: líder indígena Mebêngôkre no cenário global. Dissertação de Mestrado – Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, disponível em: http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000934568</li> | <li>NEVES, Roberta Cristina. 2014. O ícone Raoni: líder indígena Mebêngôkre no cenário global. Dissertação de Mestrado – Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, disponível em: http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000934568</li> | ||
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<li>NOVOA, Patrícia Correia Rodrigues. Estudo da transmissão materno getal do virus linfotrópico de células T humanas do tipo II em um grupo indígena Kayapó. São Paulo : Unifesp/EPM, 1999. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>NOVOA, Patrícia Correia Rodrigues. Estudo da transmissão materno getal do virus linfotrópico de células T humanas do tipo II em um grupo indígena Kayapó. São Paulo : Unifesp/EPM, 1999. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>OLIVEIRA, Adélia Engracia de; HAMU, Denise (Orgs.). Ciência Kayapó : alternativas contra a destruição. Belém : MPEG, 1992. 153 p. (Catálogo Exposição)</li> | <li>OLIVEIRA, Adélia Engracia de; HAMU, Denise (Orgs.). Ciência Kayapó : alternativas contra a destruição. Belém : MPEG, 1992. 153 p. (Catálogo Exposição)</li> | ||
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<li>OLIVEIRA JÚNIOR, Adolfo Neves de. O faccionalismo Caiapó : um exercício de investigação antropológica. Brasília : UnB, 1995. 100 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>OLIVEIRA JÚNIOR, Adolfo Neves de. O faccionalismo Caiapó : um exercício de investigação antropológica. Brasília : UnB, 1995. 100 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<li>OVERAL, William L.; POSEY, Darrell A. Uso de formigas Azteca Spp para controle biológico de pragas agrícolas entre os índios Kayapó do Brasil. In: POSEY, Darrell A.; OVERAL, William Leslie (Orgs.). Ethnobiology : implications and applications. Proceedings of the First International Congress of Ethnobiology (Belem, 1988). v.1. Belém : MPEG, 1990. p.219-25.</li> | <li>OVERAL, William L.; POSEY, Darrell A. Uso de formigas Azteca Spp para controle biológico de pragas agrícolas entre os índios Kayapó do Brasil. In: POSEY, Darrell A.; OVERAL, William Leslie (Orgs.). Ethnobiology : implications and applications. Proceedings of the First International Congress of Ethnobiology (Belem, 1988). v.1. Belém : MPEG, 1990. p.219-25.</li> | ||
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<li>PARKER, Eugene. Forest islands and Kayapó resource management in Amazonia : a reappraisal of the apete. American Anthropologist, Washington : American Anthropological Association, v. 94, n. 2, p. 406-28, 1992.</li> | <li>PARKER, Eugene. Forest islands and Kayapó resource management in Amazonia : a reappraisal of the apete. American Anthropologist, Washington : American Anthropological Association, v. 94, n. 2, p. 406-28, 1992.</li> | ||
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<li>PERES, Carlos A. Indigenous reserves and nature conservation in Amazonian forests. Conservation Biology, Boston : Blackwell Scientific Publ., v. 8, n. 2, p. 586-8, jun. 1994.</li> | <li>PERES, Carlos A. Indigenous reserves and nature conservation in Amazonian forests. Conservation Biology, Boston : Blackwell Scientific Publ., v. 8, n. 2, p. 586-8, jun. 1994.</li> | ||
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<li>PERET, João Américo. O capitalismo selvagem dos caiapós. Rev. Geográfica Universal, Rio de Janeiro : s.ed., n. 215, p. 66-73, nov. 1992.</li> | <li>PERET, João Américo. O capitalismo selvagem dos caiapós. Rev. Geográfica Universal, Rio de Janeiro : s.ed., n. 215, p. 66-73, nov. 1992.</li> | ||
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<li>--------. Xikrin : o povo que veio do céu. Rev. Geográfica Universal, Rio de Janeiro : s.ed., n. 268, p. 22-35, mai. 1997.</li> | <li>--------. Xikrin : o povo que veio do céu. Rev. Geográfica Universal, Rio de Janeiro : s.ed., n. 268, p. 22-35, mai. 1997.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>POSEY, Darrell Addison. Conseqüências ecológicas da presença do índio Kayapó na Amazônia : recursos antropológicos e direitos de recursos tradicionais. In: CAVALCANTI, Clovis (Org.). Desenvolvimento e natureza : estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo : Cortez ; Recife : Fundação Joaquim Nabuco, 1995. p. 177-94.</li> | <li>POSEY, Darrell Addison. Conseqüências ecológicas da presença do índio Kayapó na Amazônia : recursos antropológicos e direitos de recursos tradicionais. In: CAVALCANTI, Clovis (Org.). Desenvolvimento e natureza : estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo : Cortez ; Recife : Fundação Joaquim Nabuco, 1995. p. 177-94.</li> | ||
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<li>--------. Ethnoentomology of the Gorotire Kayapo of Central Brazil. s.l. : Univ. of Georgia, 1979. 177 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>--------. Ethnoentomology of the Gorotire Kayapo of Central Brazil. s.l. : Univ. of Georgia, 1979. 177 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<li>--------. Interpreting and applying the “reality” of indigenous concepts : what is necessary to learn from the natives? In: REDFORD, Kent H.; PADOCH, Christine J. (Eds.). Conservation of neotropical forests : working from traditional resource use. Nova York : Columbia University Press, 1992. p. 21-34.</li> | <li>--------. Interpreting and applying the “reality” of indigenous concepts : what is necessary to learn from the natives? In: REDFORD, Kent H.; PADOCH, Christine J. (Eds.). Conservation of neotropical forests : working from traditional resource use. Nova York : Columbia University Press, 1992. p. 21-34.</li> | ||
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<li>--------. Manejo da floresta secundária, capoeiras, campos e cerrados (Kayapó). In: RIBEIRO, Berta G. (Coord.). Etnobiologia. Petrópolis : Vozes, 1986. p. 173-88. (Suma Etnológica Brasileira, 1)</li> | <li>--------. Manejo da floresta secundária, capoeiras, campos e cerrados (Kayapó). In: RIBEIRO, Berta G. (Coord.). Etnobiologia. Petrópolis : Vozes, 1986. p. 173-88. (Suma Etnológica Brasileira, 1)</li> | ||
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<li>--------. Reply to Parker. American Anthropologist, Washington : American Anthropological Association, v. 94, n. 2, p. 441-3, 1992.</li> | <li>--------. Reply to Parker. American Anthropologist, Washington : American Anthropological Association, v. 94, n. 2, p. 441-3, 1992.</li> | ||
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<li>--------. Traditional knowledge, conservation, and “the rainforest harvest”. In: PLOTKIN, Mark J.; FAMOLARE, Lisa (Eds.). Sustainable harvest and marketing of rain forest products. Washington : Conservation International, Island Press, 1992. p. 46-50.</li> | <li>--------. Traditional knowledge, conservation, and “the rainforest harvest”. In: PLOTKIN, Mark J.; FAMOLARE, Lisa (Eds.). Sustainable harvest and marketing of rain forest products. Washington : Conservation International, Island Press, 1992. p. 46-50.</li> | ||
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<li>--------; ELISABETSKY, Elaine. Conceito de animais e seus espíritos em relação a doenças e curas entre os índios Kayapó da aldeia Gorotire, Pará. Boletim do MPEG, Série Antropologia, Belém : MPEG, v. 7, n. 1, p. 21-36, jun. 1991.</li> | <li>--------; ELISABETSKY, Elaine. Conceito de animais e seus espíritos em relação a doenças e curas entre os índios Kayapó da aldeia Gorotire, Pará. Boletim do MPEG, Série Antropologia, Belém : MPEG, v. 7, n. 1, p. 21-36, jun. 1991.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>RABBEN, Linda. Demarcation - and then what? Cultural Survival Quarterly, Cambridge : Cultural Survival, v. 17, n. 2, p. 12-4, ago. 1993.</li> | <li>RABBEN, Linda. Demarcation - and then what? Cultural Survival Quarterly, Cambridge : Cultural Survival, v. 17, n. 2, p. 12-4, ago. 1993.</li> | ||
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<li>--------. Un natural selection : the Yanomami, the Kayapo and the Onslaught of civilisation. Londres : Pluto Press, 1998. 183 p.</li> | <li>--------. Un natural selection : the Yanomami, the Kayapo and the Onslaught of civilisation. Londres : Pluto Press, 1998. 183 p.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>RAMALHO, Jair Pereira. Pesquisas antropológicas nos índios do Brasil : a cefalometria nos Kayapó e Karajá. Rio de Janeiro : Fed. das Escolas Federais Isoladas, 1971. 314 p. (Tese para Concurso Prof. Titular de Anatomia)</li> | <li>RAMALHO, Jair Pereira. Pesquisas antropológicas nos índios do Brasil : a cefalometria nos Kayapó e Karajá. Rio de Janeiro : Fed. das Escolas Federais Isoladas, 1971. 314 p. (Tese para Concurso Prof. Titular de Anatomia)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>RAVAGNANI, Oswaldo Martins. Os primeiros aldeamentos na província de Goiás : Bororó e Kaiapó na estrada do Anhanguera. Rev. de Antropologia, São Paulo : USP, v. 39, n. 1, p. 222-44, 1996.</li> | <li>RAVAGNANI, Oswaldo Martins. Os primeiros aldeamentos na província de Goiás : Bororó e Kaiapó na estrada do Anhanguera. Rev. de Antropologia, São Paulo : USP, v. 39, n. 1, p. 222-44, 1996.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>RIBEIRO, Daniela Maria. Haplótipos do elemento regulatório dos genes da globina em duas populações indígenas brasileiras. Campinas : Unicamp, 2002. 107 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>RIBEIRO, Daniela Maria. Haplótipos do elemento regulatório dos genes da globina em duas populações indígenas brasileiras. Campinas : Unicamp, 2002. 107 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<li>RICCIARDI, Mirella. Vanishing Amazon. Londres : Weidenfeld and Nicolson, 1991. 240 p.</li> | <li>RICCIARDI, Mirella. Vanishing Amazon. Londres : Weidenfeld and Nicolson, 1991. 240 p.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>RIVIÈRE, Peter. AAE na Amazônia. Rev. de Antropologia, São Paulo : USP, v. 38, n. 1, p. 191-203, 1995.</li> | <li>RIVIÈRE, Peter. AAE na Amazônia. Rev. de Antropologia, São Paulo : USP, v. 38, n. 1, p. 191-203, 1995.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>SALANOVA, Andres Pablo. A nasalidade me Mebengokre e Apinaye : o limite do vozeamento soante. Campinas : Unicamp, 2001. 93 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>SALANOVA, Andres Pablo. A nasalidade me Mebengokre e Apinaye : o limite do vozeamento soante. Campinas : Unicamp, 2001. 93 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>SALDANHA, Paula; WERNECK, Roberto. Expedições, terras e povos do Brasil : Yanomamis e outros povos indígenas da Amazônia. Rio de Janeiro : Edições del Prado, 1999. 95 p.</li> | <li>SALDANHA, Paula; WERNECK, Roberto. Expedições, terras e povos do Brasil : Yanomamis e outros povos indígenas da Amazônia. Rio de Janeiro : Edições del Prado, 1999. 95 p.</li> | ||
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<li>SANTOS, Regina; TORRES, Angelia; GIANINNI, Isabelle Vidal. Koikwa : um buraco no céu. Brasília : UnB/LGE, 1999.</li> | <li>SANTOS, Regina; TORRES, Angelia; GIANINNI, Isabelle Vidal. Koikwa : um buraco no céu. Brasília : UnB/LGE, 1999.</li> | ||
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<li>SCHMINK, Marianne; WOOD, Charles H. Contested frontiers in Amazonia. Nova York : Columbia University Press, 1992. 388 p.</li> | <li>SCHMINK, Marianne; WOOD, Charles H. Contested frontiers in Amazonia. Nova York : Columbia University Press, 1992. 388 p.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>SILVA, Fabiola Andrea. Relatório referente as atividades de campo desenvolvidas com relação ao Plano de Manejo Socioambiental na Terra Indígena Xikrin do Catete, Parauapebas - Pará. São Paulo : ISA, 1997. 50 p.</li> | <li>SILVA, Fabiola Andrea. Relatório referente as atividades de campo desenvolvidas com relação ao Plano de Manejo Socioambiental na Terra Indígena Xikrin do Catete, Parauapebas - Pará. São Paulo : ISA, 1997. 50 p.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>--------. As tecnologias e seus significados : um estudo da cerâmica dos Asurini do Xingu e da cestaria dos Kayapó-Xikrin sob uma perspectiva etnoarqueológica. São Paulo : USP, 2000. 244 p. (Tese de Doutorado)</li> | <li>--------. As tecnologias e seus significados : um estudo da cerâmica dos Asurini do Xingu e da cestaria dos Kayapó-Xikrin sob uma perspectiva etnoarqueológica. São Paulo : USP, 2000. 244 p. (Tese de Doutorado)</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>SILVA, Maria Amélia Reis; SALANOVA, Andrés Pablo. A assessoria lingüística nos projetos escolares indígenas : o caso da formação de professores mebêngôkre. In: SILVA, Aracy Lopes da; FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Orgs.). Antropologia, história e educação : a questão indígena e a escola. São Paulo : Global, 2001. p.331-59.</li> | <li>SILVA, Maria Amélia Reis; SALANOVA, Andrés Pablo. A assessoria lingüística nos projetos escolares indígenas : o caso da formação de professores mebêngôkre. In: SILVA, Aracy Lopes da; FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Orgs.). Antropologia, história e educação : a questão indígena e a escola. São Paulo : Global, 2001. p.331-59.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>SOUSA, Cassio Noronha Inglez. Aprendendo a viver junto : reflexões sobre a experiência escolar Kayapó-Gorotire. In: SILVA, Aracy Lopes da; FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Orgs.). Antropologia, história e educação : a questão indígena e a escola. São Paulo : Global, 2001. p.238-74.</li> | <li>SOUSA, Cassio Noronha Inglez. Aprendendo a viver junto : reflexões sobre a experiência escolar Kayapó-Gorotire. In: SILVA, Aracy Lopes da; FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Orgs.). Antropologia, história e educação : a questão indígena e a escola. São Paulo : Global, 2001. p.238-74.</li> | ||
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<li>--------. Vantagens, vícios e desafios : os Kayapó Gorotire em tempos de desenvolvimento. São Paulo : USP, 2000. 266 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>--------. Vantagens, vícios e desafios : os Kayapó Gorotire em tempos de desenvolvimento. São Paulo : USP, 2000. 266 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
<li>SOUZA, Eliane da Silva. Entre os mebengôkrê : situação atual de contato interétnico e educação Kayapó. Brasília : UnB, 1994. (Monografia de Graduação)</li> | <li>SOUZA, Eliane da Silva. Entre os mebengôkrê : situação atual de contato interétnico e educação Kayapó. Brasília : UnB, 1994. (Monografia de Graduação)</li> | ||
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<li>SPINDEL, Renato. Avaliação da efetividade da vacinação contra o sarampo em crianças das tribos indígenas caiabi e caiapó, habitantes de áreas malarígenas. Parque Indígena do Xingu, Brasil central. São Paulo : s.ed., 1995. 147 p.</li> | <li>SPINDEL, Renato. Avaliação da efetividade da vacinação contra o sarampo em crianças das tribos indígenas caiabi e caiapó, habitantes de áreas malarígenas. Parque Indígena do Xingu, Brasil central. São Paulo : s.ed., 1995. 147 p.</li> | ||
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<li>A TECNOLOGIA ditada pelo coração : índios do Xingu definem seus processos técnicos por razões simbólicas. Pesquisa Fapesp, São Paulo : Fapesp, n. s.n., p. 40-2, out. 1999.</li> | <li>A TECNOLOGIA ditada pelo coração : índios do Xingu definem seus processos técnicos por razões simbólicas. Pesquisa Fapesp, São Paulo : Fapesp, n. s.n., p. 40-2, out. 1999.</li> | ||
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<ul> | <ul> | ||
<li>TURNER, Joan Bamberger. Environment and cultural classification : a study of the Northern Kayapo. Cambridge : Harvard University, 1967. 149 p. (Tese de Doutorado)</li> | <li>TURNER, Joan Bamberger. Environment and cultural classification : a study of the Northern Kayapo. Cambridge : Harvard University, 1967. 149 p. (Tese de Doutorado)</li> | ||
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<li>TURNER, Terence (Ed.). Cosmology, values, and inter-ethnic contact in South America. Bennington : Bennington College, 1993. (South American Indian Studies, 2) | <li>TURNER, Terence (Ed.). Cosmology, values, and inter-ethnic contact in South America. Bennington : Bennington College, 1993. (South American Indian Studies, 2) | ||
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<li>URUETA, Edgar Eduardo Bolivar. "Influências Mẽbêngôkre: Cosmopolítica Indígena em Tempos de Belo Monte". Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Departamento de Antropologia, Universidade Federal Fluminense, Niterói. 2014.</li> | <li>URUETA, Edgar Eduardo Bolivar. "Influências Mẽbêngôkre: Cosmopolítica Indígena em Tempos de Belo Monte". Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Departamento de Antropologia, Universidade Federal Fluminense, Niterói. 2014.</li> | ||
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<li>--------. Da cosmologia à história : resistência, adaptação e consciência social entre os Kayapó. Cadernos de Campo, São Paulo : USP, v. 1, n. 1, p. 68-85, 1991.</li> | <li>--------. Da cosmologia à história : resistência, adaptação e consciência social entre os Kayapó. Cadernos de Campo, São Paulo : USP, v. 1, n. 1, p. 68-85, 1991.</li> | ||
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<li>--------. Da cosmologia à história : resistência, adaptação e consciência social entre os Kayapó. In: VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo; CUNHA, Manuela Carneiro da (Orgs.). Amazônia : etnologia e história indígena. São Paulo : USP-NHII ; Fapesp, 1993. p. 43-66. (Estudos)</li> | <li>--------. Da cosmologia à história : resistência, adaptação e consciência social entre os Kayapó. In: VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo; CUNHA, Manuela Carneiro da (Orgs.). Amazônia : etnologia e história indígena. São Paulo : USP-NHII ; Fapesp, 1993. p. 43-66. (Estudos)</li> | ||
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<li>--------. Extrativismo mineral por e para comunidades indígenas da Amazônia : a experiência de garimpo entre os Waiãpi do Amapá e os Kayapó do sul do Pará. Cadernos de Campo, São Paulo : USP, v. 8, n. 7, p. 255-74, 1997/1998.</li> | <li>--------. Extrativismo mineral por e para comunidades indígenas da Amazônia : a experiência de garimpo entre os Waiãpi do Amapá e os Kayapó do sul do Pará. Cadernos de Campo, São Paulo : USP, v. 8, n. 7, p. 255-74, 1997/1998.</li> | ||
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<li>--------. Imagens desafiantes : a apropriação Kayapó do vídeo. Rev. de Antropologia, São Paulo : USP, v. 36, p. 81-122, 1993.</li> | <li>--------. Imagens desafiantes : a apropriação Kayapó do vídeo. Rev. de Antropologia, São Paulo : USP, v. 36, p. 81-122, 1993.</li> | ||
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<li>--------. An indigenous people’s struggle for socially equitable and ecologically sustainable production : the Kayapó revolt against extractivism. Journal of Latin American Anthropology, s.l. : s.ed., v. 1, n. 1, p. 98-121, 1995.</li> | <li>--------. An indigenous people’s struggle for socially equitable and ecologically sustainable production : the Kayapó revolt against extractivism. Journal of Latin American Anthropology, s.l. : s.ed., v. 1, n. 1, p. 98-121, 1995.</li> | ||
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<li>--------. Kayapó on television : an anthropological viewing. Visual Anthropology Review, Washington : s.ed., v. 8, n. 1, p. 107-12, 1992.</li> | <li>--------. Kayapó on television : an anthropological viewing. Visual Anthropology Review, Washington : s.ed., v. 8, n. 1, p. 107-12, 1992.</li> | ||
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<li>--------. La lutte pour les ressources de la foret en Amazonie : le cas des indiens Kayapo. Ethnies-Documents, Paris : Survival International, n. 24/25, p. 115-48, 1999.</li> | <li>--------. La lutte pour les ressources de la foret en Amazonie : le cas des indiens Kayapo. Ethnies-Documents, Paris : Survival International, n. 24/25, p. 115-48, 1999.</li> | ||
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<li>--------. Neo-Liberal eco-politics and indigenous peoples : the Kayapó, the “rainforest harvest”, and the body shop. In: DICUM, Greg (Ed.). Local heritage in the changing tropics. s.l. : Yale School of Forestry and Env. Studies, 1995. p. 113-23. (Bulletin Series, 98)</li> | <li>--------. Neo-Liberal eco-politics and indigenous peoples : the Kayapó, the “rainforest harvest”, and the body shop. In: DICUM, Greg (Ed.). Local heritage in the changing tropics. s.l. : Yale School of Forestry and Env. Studies, 1995. p. 113-23. (Bulletin Series, 98)</li> | ||
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<li>--------. Social body and embodied subject : bodiliness, subjectivity and sociality among the Kayapó. Cultural Anthropology, Washington : American Anthropological Association, v. 10, n. 2, p. 143-79, maio 1995.</li> | <li>--------. Social body and embodied subject : bodiliness, subjectivity and sociality among the Kayapó. Cultural Anthropology, Washington : American Anthropological Association, v. 10, n. 2, p. 143-79, maio 1995.</li> | ||
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<li>--------. Social dynamics of video media in an indigenous society : the cultural meaning and the personal politics of videomaking in Kayapó communities. Visual Anthropology Review, Washington : s.ed., v. 7, n. 2, p. 68-76, 1991.</li> | <li>--------. Social dynamics of video media in an indigenous society : the cultural meaning and the personal politics of videomaking in Kayapó communities. Visual Anthropology Review, Washington : s.ed., v. 7, n. 2, p. 68-76, 1991.</li> | ||
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<li>--------. Social structure and political organization among the Northern Cayapo. Cambridge : Harvard University, 1966. 514 p. (Tese de Doutorado)</li> | <li>--------. Social structure and political organization among the Northern Cayapo. Cambridge : Harvard University, 1966. 514 p. (Tese de Doutorado)</li> | ||
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<li>TXUKARRAMÃE, Megaron; STOUT, Mick. A expedição Venatória dos Kayapó e animais importantes. In: POSEY, Darrell A.; OVERAL, William Leslie (Orgs.). Ethnobiology : implications and applications. Proceedings of the First International Congress of Ethnobiology (Belem, 1988). v.1. Belém : MPEG, 1990. p.227-41.</li> | <li>TXUKARRAMÃE, Megaron; STOUT, Mick. A expedição Venatória dos Kayapó e animais importantes. In: POSEY, Darrell A.; OVERAL, William Leslie (Orgs.). Ethnobiology : implications and applications. Proceedings of the First International Congress of Ethnobiology (Belem, 1988). v.1. Belém : MPEG, 1990. p.227-41.</li> | ||
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<li>VERSWIJVER, Gustaaf. Ciclos nas práticas de nominação Kaiapó. Rev. do Museu Paulista, São Paulo : Museu Paulista, n.29, n.s., p. 97-124, 1983/1984.</li> | <li>VERSWIJVER, Gustaaf. Ciclos nas práticas de nominação Kaiapó. Rev. do Museu Paulista, São Paulo : Museu Paulista, n.29, n.s., p. 97-124, 1983/1984.</li> | ||
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<li>--------. Considerations on Mekragnoti warfare. s.l. : Faculteit van Rechtsgeleerdhei, 1985. 418p. (Tese)</li> | <li>--------. Considerations on Mekragnoti warfare. s.l. : Faculteit van Rechtsgeleerdhei, 1985. 418p. (Tese)</li> | ||
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<li>--------. The club-fighters of the Amazon : warfare among the Kaiapó indians of Central Brazil. Gent : Rijksuniversiteit, 1992. 378 p.</li> | <li>--------. The club-fighters of the Amazon : warfare among the Kaiapó indians of Central Brazil. Gent : Rijksuniversiteit, 1992. 378 p.</li> | ||
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<li>--------. Enquête ethnographique chez les Kayapo-Mekragnoti : contribution a l’etude de la dynamique des groupes locaux (scissions et regroupements). Paris : École des Hautes Études, 1978. 138 p. (Tese)</li> | <li>--------. Enquête ethnographique chez les Kayapo-Mekragnoti : contribution a l’etude de la dynamique des groupes locaux (scissions et regroupements). Paris : École des Hautes Études, 1978. 138 p. (Tese)</li> | ||
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<li>--------. Kaiapo : materielle kultur-spirituelle Welt. Frankfurt : Museum fur Volkerkunde, 1995. 363 p. (Sammling, 9)</li> | <li>--------. Kaiapo : materielle kultur-spirituelle Welt. Frankfurt : Museum fur Volkerkunde, 1995. 363 p. (Sammling, 9)</li> | ||
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<li>--------. Kaiapó amazonie : plumes et peintures corporelles. Tervuren : Musée Royal de l’Afrique Centrale ; Gent : Snoeck-Ducaju & Zoon, 1992. 198 p.</li> | <li>--------. Kaiapó amazonie : plumes et peintures corporelles. Tervuren : Musée Royal de l’Afrique Centrale ; Gent : Snoeck-Ducaju & Zoon, 1992. 198 p.</li> | ||
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<li>--------. Mekranoti : living among the painted people of the Amazon. Munich : Prestel-Verlag, 1996. 168 p.</li> | <li>--------. Mekranoti : living among the painted people of the Amazon. Munich : Prestel-Verlag, 1996. 168 p.</li> | ||
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<li>VIDAL, Lux B. Contribution to the concept of person and self in lowland South American societies : body painting among the Kayapo-Xikrin. In: HARTMANN, Tekla; COELHO, Vera Penteado (Orgs.). Contribuições a antropologia em homenagem ao professor Egon Schaden. São Paulo : Museu Paulista, 1981. p. 291-304.</li> | <li>VIDAL, Lux B. Contribution to the concept of person and self in lowland South American societies : body painting among the Kayapo-Xikrin. In: HARTMANN, Tekla; COELHO, Vera Penteado (Orgs.). Contribuições a antropologia em homenagem ao professor Egon Schaden. São Paulo : Museu Paulista, 1981. p. 291-304.</li> | ||
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<li>--------. Die Körperbemalung und die zeichenkunst der Xikrin-Kayapó von Cateté. In: MÜNZEL, Mark (Org.). Die mythen sehen : bilder und zeichen vom Amazonas. Frankfurt : Museum fur Volkerfunde, 1988. p. 331-90.</li> | <li>--------. Die Körperbemalung und die zeichenkunst der Xikrin-Kayapó von Cateté. In: MÜNZEL, Mark (Org.). Die mythen sehen : bilder und zeichen vom Amazonas. Frankfurt : Museum fur Volkerfunde, 1988. p. 331-90.</li> | ||
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<li>--------. O espaço habitado entre os Kaiapó-Xikrin (Jê) e os Parakanã (Tupi), do Médio Tocantins, Pará. In: NOVAES, Sylvia Caiuby (Org.). Habitações indígenas. São Paulo : Nobel ; Edusp, 1983. p. 77-102.</li> | <li>--------. O espaço habitado entre os Kaiapó-Xikrin (Jê) e os Parakanã (Tupi), do Médio Tocantins, Pará. In: NOVAES, Sylvia Caiuby (Org.). Habitações indígenas. São Paulo : Nobel ; Edusp, 1983. p. 77-102.</li> | ||
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<li>--------. O mapeamento simbólico das cores na sociedade indígena Kayapó-Xikrin do sudoeste do Pará. In: SILVA, Aracy Lopes da; FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Orgs.). Antropologia, história e educação : a questão indígena e a escola. São Paulo : Global, 2001. p.209-22.</li> | <li>--------. O mapeamento simbólico das cores na sociedade indígena Kayapó-Xikrin do sudoeste do Pará. In: SILVA, Aracy Lopes da; FERREIRA, Mariana Kawall Leal (Orgs.). Antropologia, história e educação : a questão indígena e a escola. São Paulo : Global, 2001. p.209-22.</li> | ||
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<li>--------. Me-rê-rê-mê, uma cerimônia dos índios Xikrin. São Paulo : USP, 1972. 77 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | <li>--------. Me-rê-rê-mê, uma cerimônia dos índios Xikrin. São Paulo : USP, 1972. 77 p. (Dissertação de Mestrado)</li> | ||
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<li>--------. Morte e vida de uma sociedade indígena brasileira : os Kayapó-Xikrin do rio Cateté. São Paulo : Hucitec ; Edusp, 1977. 284 p.</li> | <li>--------. Morte e vida de uma sociedade indígena brasileira : os Kayapó-Xikrin do rio Cateté. São Paulo : Hucitec ; Edusp, 1977. 284 p.</li> | ||
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<li>--------. Put-Karôt, grupo indígena do Brasil Central. São Paulo : USP, 1972. (Tese de Doutorado)</li> | <li>--------. Put-Karôt, grupo indígena do Brasil Central. São Paulo : USP, 1972. (Tese de Doutorado)</li> | ||
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<li>VIEIRA FILHO, João Paulo Botelho. Os dermatóglifos Palmares situando os índios brasileiros Xikrins no contexto mundial. São Paulo : EPM, 1969. 75 p. (Tese de Doutorado)</li> | <li>VIEIRA FILHO, João Paulo Botelho. Os dermatóglifos Palmares situando os índios brasileiros Xikrins no contexto mundial. São Paulo : EPM, 1969. 75 p. (Tese de Doutorado)</li> | ||
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<li>-------- et al. Carcinoma embrionário associado a teratoma, em índios Xikrin. Rev. Assoc. Med. Brasil., s.l. : Associação Medica Brasileira, v. 42, n. 2, p. 123-6, 1996.</li> | <li>-------- et al. Carcinoma embrionário associado a teratoma, em índios Xikrin. Rev. Assoc. Med. Brasil., s.l. : Associação Medica Brasileira, v. 42, n. 2, p. 123-6, 1996.</li> | ||
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<li>WERNER, Dennis Wayne. Amazon journey : an anthropologist’s year among Brazil’s Mekranoti indians. New Jersey : Prentice-Hall, 1990. 227 p.</li> | <li>WERNER, Dennis Wayne. Amazon journey : an anthropologist’s year among Brazil’s Mekranoti indians. New Jersey : Prentice-Hall, 1990. 227 p.</li> | ||
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<li>--------. The making of a Mekranoti chief : the psychological and social determinants of leadership in a native South American society. New York : Univ. of New York, 1980. 367 p. (Tese de Doutorado)</li> | <li>--------. The making of a Mekranoti chief : the psychological and social determinants of leadership in a native South American society. New York : Univ. of New York, 1980. 367 p. (Tese de Doutorado)</li> | ||
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<li>--------. Why do the Mekranoti trek? In: HAMES, Raymond B.; VICKERS, William T. (Eds.). Adaptive responsees of native amazonians. New York : Academic Press, 1983. p. 225-38.</li> | <li>--------. Why do the Mekranoti trek? In: HAMES, Raymond B.; VICKERS, William T. (Eds.). Adaptive responsees of native amazonians. New York : Academic Press, 1983. p. 225-38.</li> | ||
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<li>Ritual music of the Kayapó-Xikrin, Brazil, International Institute for Traditional Music/Smithsonian Folkways, 1995 (Traditional Music of the World, 7). Livro/encarte de 76 p. de Lux B. Vidal; Isabelle Vidal Giannini e Max Peter Baumann.</li> | <li>Ritual music of the Kayapó-Xikrin, Brazil, International Institute for Traditional Music/Smithsonian Folkways, 1995 (Traditional Music of the World, 7). Livro/encarte de 76 p. de Lux B. Vidal; Isabelle Vidal Giannini e Max Peter Baumann.</li> | ||
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<li>Aben Kot. Dir.: Breno Kuperman; Otília Quadros. Vídeo Cor, Betacam, 58 min., 1992. Prod.: Cena Tropical.</li> | <li>Aben Kot. Dir.: Breno Kuperman; Otília Quadros. Vídeo Cor, Betacam, 58 min., 1992. Prod.: Cena Tropical.</li> | ||
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<li>A ciência dos Mebengokre. Vídeo Cor, PAL-M, 25 min., 1995. Prod.: Globo Vídeo</li> | <li>A ciência dos Mebengokre. Vídeo Cor, PAL-M, 25 min., 1995. Prod.: Globo Vídeo</li> | ||
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<li>Índio. Dir.: Roberto Berliner. Vídeo Cor, U-Matic, 12 min., 1992. Prod.: Anteve; Iser Vídeo</li> | <li>Índio. Dir.: Roberto Berliner. Vídeo Cor, U-Matic, 12 min., 1992. Prod.: Anteve; Iser Vídeo</li> | ||
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<li>Kaben Djuoi : Manejo florestal na Terra Indígena Xikrin do Cateté. Dir.: Isabelle Vidal Giannini. Vídeo Cor, VHS, 15 min., 2001. Prod.: Instituto Socioambiental; Associação Bep-Noi</li> | <li>Kaben Djuoi : Manejo florestal na Terra Indígena Xikrin do Cateté. Dir.: Isabelle Vidal Giannini. Vídeo Cor, VHS, 15 min., 2001. Prod.: Instituto Socioambiental; Associação Bep-Noi</li> | ||
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<li>Mekarõn : amazone indianen. Amsterdam : Awí Productions, 1992. (CD)</li> | <li>Mekarõn : amazone indianen. Amsterdam : Awí Productions, 1992. (CD)</li> | ||
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<li>O mundo mágico do A’Ukre. Dir.: João Luís Araújo. Vídeo Cor, 1992.</li> | <li>O mundo mágico do A’Ukre. Dir.: João Luís Araújo. Vídeo Cor, 1992.</li> | ||
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<li>Pau-Brasil. Dir.: André Luís. Vídeo Cor, HI-8 e U-Matic, 5 min., 1992. Prod.: CPCE</li> | <li>Pau-Brasil. Dir.: André Luís. Vídeo Cor, HI-8 e U-Matic, 5 min., 1992. Prod.: CPCE</li> | ||
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<li>Pintura corporal : uma pele social. Dir.: Delvair Montagner. Vídeo Cor, HI-8/Betacam SP, 20 min., 1994. Prod.: CPCE</li> | <li>Pintura corporal : uma pele social. Dir.: Delvair Montagner. Vídeo Cor, HI-8/Betacam SP, 20 min., 1994. Prod.: CPCE</li> | ||
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<li>Taking Aim. Dir.: Monica Frota. Vídeo cor, Hi-8/TSC, 41 min., 1993.</li> | <li>Taking Aim. Dir.: Monica Frota. Vídeo cor, Hi-8/TSC, 41 min., 1993.</li> | ||
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Edição atual tal como às 15h25min de 30 de abril de 2026
Os Kayapó vivem em aldeias dispersas ao longo do curso superior dos rios Iriri, Bacajá, Fresco e de outros afluentes do caudaloso rio Xingu, desenhando no Brasil Central um território quase tão grande quanto a Áustria. É praticamente recoberto pela floresta equatorial, com exceção da porção oriental, preenchida por algumas áreas de cerrado.
A cosmologia, vida ritual e organização social desse povo são extremamente ricas e complexas; assim como são intensas e ambivalentes as relações com a sociedade nacional e com ambientalistas do mundo todo.
No século XIX os Kayapó estavam divididos em três grandes grupos, os Irã'ãmranh-re ("os que passeiam nas planícies"), os Goroti Kumrenhtx ("os homens do verdadeiro grande grupo") e os Porekry ("os homens dos pequenos bambus"). Destes, descendem os sete subgrupos kayapó atuais: Gorotire, Kuben-Krân-Krên, Kôkraimôrô, Kararaô, Mekrãgnoti, Metyktire e Xikrin.
Nome
O termo kayapó (por vezes escrito "kaiapó" ou "caiapó") foi utilizado pela primeira vez no início do século XIX. Os próprios não se designam por esse termo, lançado por grupos vizinhos para nomeá-los e que significa "aqueles que se assemelham aos macacos", o que se deve provavelmente a um ritual ao longo do qual, durante muitas semanas, os homens kayapó, paramentados com máscaras de macacos, executam danças curtas. Mesmo sabendo que são assim chamados pelos outros, os Kayapó se referem a si próprios como mebêngôkre, "os homens do buraco/lugar d'água".
Língua
A língua falada pelos Kayapó pertence à família lingüística Jê, do tronco Macro-Jê. Existem diferenças dialetais entre os vários grupos Kayapó decorrentes das cisões que originaram tais grupos, mas em todos eles a língua é uma característica de maior abrangência étnica, levando ao reconhecimento de que participam de uma cultura comum.
Os Kayapó, para quem a oratória é uma prática social valorizada, se definem como aqueles que falam bem, bonito (Kaben mei), em oposição a todos os grupos que não falam a sua língua.
Em certas ocasiões, como os discursos do conselho ou cerimoniais, os homens Kayapó falam num tom de voz como se alguém estivesse dando-lhes um golpe na barriga (ben), diferenciando assim esse tipo de oratória da fala comum.
O grau de conhecimento dos Kayapó do português varia muito de grupo para grupo, conforme a antiguidade do contato e o grau de isolamento em que cada um se encontra.
Localização
O território kayapó está situado sobre o planalto do Brasil Central, a aproximadamente 300 ou 400 metros acima do nível do mar. Trata-se de uma região preenchida por vales. Pequenas colinas com altitude máxima de 400 metros, freqüentemente isoladas e dispersas sobre todo o território, espalham-se pelo planalto. Os grandes rios são alimentados por inúmeras calhetas e igarapés que, de tão pequenos, alguns se quer foram descobertos pelos brasileiros e tampouco receberam nomes.
No Brasil Central, o ano se divide em duas estações: a estação seca, que se estende do mês de maio ao mês de outubro, e a estação chuvosa, que corre do mês de novembro ao mês de abril. A estação seca caracteriza-se pelos dias quentes e ventosos, pelas noites frescas e pela ausência quase total de mosquitos. Trata-se do período certamente mais agradável e os Kayapó costumam se referir a ele como "tempo bom". A estação chuvosa, em contrapartida, caracteriza-se por chuvas torrenciais, pela inundação da maior parte dos rios e igarapés e pela presença desagradável de uma grande quantidade mosquitos e outros tipos de insetos. Ao evocar esse período, os índios se referem simplesmente ao "tempo da chuva". O índice pluvial anual é considerável, variando de 1.900 mm., no nordeste do território, a cerca de 2.500 mm., no sudeste - para se ter uma idéia, a Bélgica, tida como um país chuvoso, conta com um índice anual de aproximadamente 1.000 mm.
População
É difícil dizer com precisão quantos índios kayapó vivem nesse território imenso. Além das 19 comunidades que travam contatos regulares com a nossa sociedade, sabe-se de três ou quatro pequenos grupos isolados, cuja população é estimada entre 30 e 100 habitantes, com a qual nem os Kayapó travam contato direto.
Deparamo-nos, ademais, com flutuações demográficas sérias: há duas décadas que a população kayapó aumenta de maneira constante. Em certos grupos, a população cresce cerca de 5% anualmente, o que corresponde à duplicação do número de habitantes de uma aldeia em apenas quatorze anos: uma verdadeira explosão demográfica! Mas como os índios, quando isolados, não estão imunizados contra a gripe, a rubéola, a varíola etc., essas doenças ocidentais tomam freqüentemente a forma de verdadeiras epidemias, responsáveis, em pouco tempo, por inúmeras vítimas. Não são raros, na Amazônia, casos em que quase toda a população de uma aldeia sucumbe em menos de duas semanas. Atualmente, a maior parte dos Kayapó trava contatos mais ou menos regulares com o mundo dos brancos e o quadro crítico das epidemias tem sido contornado. No entanto, problemas continuam a aparecer e a grande parte dos casos de falecimento de crianças e adultos ainda se devem à falta de imunidade contra as doenças ocidentais.
Estimar com precisão o número de índios kayapó é difícil devido às flutuações demográficas e aos problemas de avaliação da população absoluta dos grupos até agora desconhecidos. Uma estimativa do ano de 2000 indica uma população total de aproximadamente 6300 pessoas, o que permite afirmar que, do ponto de vista demográfico, os Kayapó pertencem aos 15 grupos mais importantes da Amazônia.
As aldeias kayapó são relativamente grandes em relação ao padrão amazônico: se uma aldeia indígena costuma variar entre 30 e 80 pessoas, entre os Kayapó, esse número flutua entre 200 e 500 habitantes. Mas essa densidade populacional costuma oscilar: se a menor aglomeração não conta com mais de 60 pessoas, a maior aldeia pode chegar a 900 .
Subgrupos, migrações e contato
Os dados mais antigos claramente estabelecidos sobre os Kayapó datam do fim do século XIX e são utilizados como base para estabelecer laços de parentesco entre as diferentes aldeias existentes. Um exame etno-histórico mostra que os Kayapó viviam divididos em três grandes grupos: os Irã'ãmranh-re ("os que passeiam nas planícies"), os Goroti Kumrenhtx ("os homens do verdadeiro grande grupo") e os Porekry ("os homens dos pequenos bambus"). Os dois primeiros grupos contavam, cada qual, três mil pessoas e o último, cerca de mil, ou seja, uma população total de aproximadamente sete mil pessoas.
Esses três grandes grupos de origem comum habitavam, desde tempos imemoriais, a região do curso inferior do rio Tocantins. Trata-se de um território constituído de planícies cortadas por rios margeados por galerias de florestas. As aldeias não eram jamais construídas longe da cobertura florestal e os Kayapó podiam, assim, utilizar da melhor maneira possível os recursos de dois biomas totalmente diferentes. Mas esse modo de vida econômico foi comprometido quando do aparecimento, no começo do século XIX, dos primeiros exploradores e colonizadores.
As conseqüências dos primeiros contatos diretos entre os Kayapó e os "brancos" podem ser caracterizados como, no mínimo, desastrosos. Bandos de conquistadores atacaram as aldeias kayapó fazendo inúmer