From Indigenous Peoples in Brazil
News
A Festa do Guerreiro
04/09/2005
Autor: GISELLE LUCENA
Fonte: Página 20-Rio Branco-AC
Ritual quase esquecido foi retomado neste ano
Afesta Irerua, ou festa do guerreiro, está sendo novamente promovida pelo seu povo de origem, os Parintintins. O evento aconteceu no dia 27 de agosto de 2005 através do trabalho de valorização cultural que está sendo desenvolvido pela OPIPAM (Organização do Povo Indígena Parintintim do Amazonas) com apoio da Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé, da Fundação Nacional do Índio e do Consórcio Amazoniar. A festa aconteceu na aldeia Traíra, da Terra Indígena Nove de Janeiro, no município de Humaitá (AM).
"Eles não realizavam a festa há 60 anos, então, juntamos os mais velhos para ensinar a tradição aos jovens. Ensinaram a pintura, confecção da roupa, a alimentação, a dança, e todos os detalhes da festa", explica Ivaneide Bandeira, uma das responsáveis pela Associação Kanindé.
A festa era realizada quando a tribo conquistava algum território que era invadido por seringueiros. "Todos estavam muito orgulhosos e felizes por estarem fazendo a festa, foi emocionante ver a retomada cultural, pois era uma festa que a muito tempo eles deixaram de praticar", diz Ivaneide Bandeira. A associação não deixou de registrar a festa. "Filmamos, gravamos e descrevemos todo esse processo ritual".
Ednaldo Cacique Parintintim, conta que a festa foi muito boa, principalmente para a nova geração da tribo. "Eu, por exemplo, sou um cacique novo, e passei a conhecer a festa agora."
Afesta Irerua, ou festa do guerreiro, está sendo novamente promovida pelo seu povo de origem, os Parintintins. O evento aconteceu no dia 27 de agosto de 2005 através do trabalho de valorização cultural que está sendo desenvolvido pela OPIPAM (Organização do Povo Indígena Parintintim do Amazonas) com apoio da Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé, da Fundação Nacional do Índio e do Consórcio Amazoniar. A festa aconteceu na aldeia Traíra, da Terra Indígena Nove de Janeiro, no município de Humaitá (AM).
"Eles não realizavam a festa há 60 anos, então, juntamos os mais velhos para ensinar a tradição aos jovens. Ensinaram a pintura, confecção da roupa, a alimentação, a dança, e todos os detalhes da festa", explica Ivaneide Bandeira, uma das responsáveis pela Associação Kanindé.
A festa era realizada quando a tribo conquistava algum território que era invadido por seringueiros. "Todos estavam muito orgulhosos e felizes por estarem fazendo a festa, foi emocionante ver a retomada cultural, pois era uma festa que a muito tempo eles deixaram de praticar", diz Ivaneide Bandeira. A associação não deixou de registrar a festa. "Filmamos, gravamos e descrevemos todo esse processo ritual".
Ednaldo Cacique Parintintim, conta que a festa foi muito boa, principalmente para a nova geração da tribo. "Eu, por exemplo, sou um cacique novo, e passei a conhecer a festa agora."
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